Hamilton admite que disputa com Verstappen “revigorou amor” pela Fórmula 1

Lewis Hamilton revela que disputa pelo título com Max Verstappen, e o apoio da Mercedes ao movimento Black Lives Matter foram pontos decisivos para que a permanência na F1 por mais dois anos

A Peugeot apresentou seu novo hipercarro: eis o 9X8, que nasce sem asa traseira (Vídeo: Peugeot)

Dias após anunciar a extensão de contrato com a Mercedes até o fim de 2023, Lewis Hamilton abriu o jogo e revelou os motivos que o incentivaram a continuar na equipe de Brackley e na Fórmula 1. Animado com a disputa que trava com Max Verstappen e a Red Bull pelo título do Mundial de 2021 e se sentindo mais unido à Mercedes do que nunca, o heptacampeão ressaltou que tem todos os motivos para ficar por mais alguns anos no grid.

Aos 36 anos, Hamilton revelou que há tempos não se encontrava tão animado com a categoria e com as disputas em pista. Lewis também revelou que a batalha contra a Red Bull e a situação adversa da Mercedes no campeonato serviram para aproximar ainda mais todos dentro da equipe, o que cria um ambiente favorável para sua permanência na F1.

“No começo da temporada, quando os carros estavam muito próximos em relação à performance, quase iguais, foi o período mais animado que vivi nos últimos anos. Por ter essa batalha com a Red Bull. Honestamente, esperava que isso se manteria no restante do ano, mas, como podem ver, eles estão bem à frente. Sempre nos encontramos em diferentes momentos em nossas vidas. Por isso, é importante tomar um tempo para avaliar a situação”, disse o piloto em entrevista veiculada pela revista britânica Autosport.

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LEWIS HAMILTON; TOTO WOLFF; MERCEDES;
A Mercedes, chefiada por Toto Wolff, renovou contrato com Lewis Hamilton até 2023 (Foto: Mercedes)

“É importante fazer o que é certo para nós em termos de saúde e bem estar mental. É sempre positivo tirar um tempo para tentar refletir sobre o que está por vir. Me encontrei acordando já com o pensamento nas corridas. Então, decidi continuar a correr”, afirmou o piloto, reiterando sua fome por muito mais na Fórmula 1.

“E agora estamos tendo essa briga parelha, sim, e isso me aproximou da equipe, dos engenheiros. Amo isso. Acho que isso revigorou meu amor pelo esporte e pelo que faço”, disse.

Com foco total na luta social nos últimos anos, Hamilton se torna cada vez mais um símbolo da luta antirracista, com o comando dos protestos do movimento ‘Black Lives Matter’ na Fórmula 1.

Além do aspecto esportivo, o fato de a Mercedes dar total respaldo a causa e aos ideias do britânico, tendo inclusive trocado a tradicional pintura prata pelo preto nos últimos dois anos, incentivou o heptacampeão mundial a continuar na equipe por pelo menos mais duas temporadas.

“É incrível ver o que a Mercedes anda fazendo, o apoio que eles me deram durante esse período com o ‘Black Lives Matter’, transformando todo o carro em preto pelo segundo ano seguido, em busca de criar um ambiente mais diverso e inclusivo”, afirmou.

“As conversas que temos são incríveis. É maravilhoso, uma nova parte da jornada que começamos. Com certeza, há alguns anos, só poderia sonhar em estar nessa posição. Estou ansioso pelo que está por vir”, finalizou Hamilton.

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