Hamilton cita “jogo de paciência” na Mercedes e comemora “progresso no túnel de vento”

Sem vencer uma corrida há mais de dois anos na Fórmula 1, Lewis Hamilton elogiou união dos funcionários da Mercedes e negou que momento atual da equipe seja "deprimente"

Após dominar a Fórmula 1 por quase uma década, a Mercedes sofreu para entender o regulamento que entrou em vigor há dois anos e, por isso, atravessa um momento de muitas dificuldades, exigindo paciência por parte dos pilotos, que enxergam os rivais cada vez mais fortes. De saída do time de Brackley ao fim de 2024, quando arruma as malas rumo à sede da Ferrari, Lewis Hamilton negou que viver tal processo junto das Flechas de Prata seja algo “deprimente”.

Quarta colocada no Mundial de Construtores após oito etapas disputadas nesta temporada, a escuderia comandada por Toto Wolffprometeu mais mudanças para o W15 de olho no GP do Canadá que acontece neste fim de semana, em Montreal. O heptacampeão, por sua vez, é apenas o nono na classificação do campeonato, com 42 pontos somados, 127 atrás do líder Max Verstappen.

Acostumado a acumular títulos, Hamilton vive um seca de mais de dois anos sem vencer, já que a última vez em que subiu no degrau mais alto do pódio foi no GP da Arábia Saudita de 2021. Desde então, o #44 vem lidando com os fracassos da Mercedes, mas declarou que se trata apenas de um “jogo de paciência”.

“Não diria que é deprimente — é apenas um jogo de paciência”, disse Lewis ao portal neerlandês RacingNews365. “Você se contenta com o que tem, aproveitando ao máximo as ferramentas que tem à disposição hoje, amanhã e neste fim de semana”, continuou, antes de elogiar o trabalho realizado pela esquadra da estrela de três pontas na busca por mais desempenho.

Lewis Hamilton prega “paciência” para Mercedes atravessar momento difícil (Foto: Mercedes)

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“É realmente encorajador que estejamos vendo progresso na fábrica e no túnel de vento. Teremos novos componentes [no carro] e isso é sempre uma parte interessante dos processos, quando tentamos coisas diversas para depois descobrir o que funciona e o que não funciona. E o fato de termos uma espécie de direção a seguir e de termos testado tudo no simulador nos deixa ansiosos para obter esses ganhos”, comemorou o companheiro de George Russell.

Hamilton ainda fez questão de elogiar todos os membros da Mercedes pelos esforços que estão sendo empregados na fábrica, citando toda a pressão sofrida pelos mesmos. “Eles estão trabalhando, e estão muito, muito pressionados”, destacou.

“Sem dúvida, este é um momento de pressão para as pessoas que precisam passar mais tempo na fábrica e trabalhar para que essas atualizações sejam aplicadas mais cedo. E precisamos de todos a bordo, mas sabemos que já temos isso”, finalizou.

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