F1

Magnussen fica sem entender falta de ritmo na China. E Haas já se prepara para decepção no Azerbaijão

Novamente fora dos pontos, Kevin Magnussen mostrou descontentamento ao novamente se classificar entre os dez primeiros e fechar fora dos pontos. O piloto dinamarquês citou que não entende o problema. Guenther Steiner já se prepara para mais uma decepção da equipe no Azerbaijão

Grande Prêmio / Redação GP, de Campinas
Apesar do forte ritmo na classificação, a Haas é uma decepção nas corridas da Fórmula 1. Na China, Romain Grosjean e Kevin Magnussen novamente se classificaram entre os dez primeiros colocados, pela terceira vez em três corridas da temporada, mas não conseguiram pontuar, com Grosjean chegando em 11º e Magnussen em 13º.

Mesmo com um promissor sexto lugar na Austrália, Magnussen não conseguiu pontuar pela segunda vez consecutiva. O dinamarquês não entende a falta de ritmo do VF-19 e mostrou frustração com a dificuldade em converter o desempenho da classificação nas corridas.

"Eu não tinha ritmo hoje, então, preciamos trabalhar no ritmo de corrida. A classificação foi boa o ano inteiro, só precisamos entender o ritmo de corrida. É o ponto mais importante para ser bom em", disse K-Mag."Temos trabalho a fazer. Eu não entendo no momento, todos nós precisamos entender. Não é fácil, é frustrante ver que temos um bom carro, que conseguimos classificar bem e não conseguimos converter isso na corrida", comentou.
Kevin Magnussen (Foto: Haas)
Chefe de equipe da Haas, Guenther Steiner também mostrou decepção com o resultado ruim em Xangai. Ele citou que a corrida foi um "déjà vu" do Bahrein, quando Magnussen e Grosjean também terminaram fora dos pontos. O problema foi identificado, segundo ele, mas não foi corrigido a tempo da milésima corrida da F1.

"Não foi a corrida que esperávamos, parece que tivemos o mesmo problema do Bahrein. Foi um déjà vu. Prcisamos olhar isso, trabalhar duro e resolver este problema", declarou Steiner. "Tentamos, mas não conseguimos consertar. Entendemos o problema depois do Bahrein e não conseguimos consertar em tempo, precisamos trabalhar nisso e achar a solução", citou.

Segundo Steiner, o problema do carro da Haas está no aquecimento dos pneus. O time não consegue colocar a pressão necessária nos compostos em pistas de alta velocidade e com longas retas, como é o caso de Xangai e de Baku, que recebe a próxima etapa da Fórmula 1, no dia 28. O italiano já se prepara para a decepção no Azerbaijão.
 
"Não tivemos estes problemas nos testes de inverno, porque a pista era completamente diferente do Bahrein, desta [Xangai] e Baku", disse. "Baku é ainda pior, já estou me preparando para a decepção. Espero que consigamos achar algo antes disso, nestas pistas, não conseguimos colocar energia nos pneus. São pistas de alta velocidade, com longas retas e curvas de baixa energia, e não conseguimos colocar isso nos pneus", completou.
 
"Nos testes, mesmo se estivesse frio em Barcelona, você colocava pressão nos pneus, você tinha energia pra colocar, conseguia manter a temperatura. Na Austrália, a temperatura era alta e ficava tudo bem, mas no Bahrein e aqui, simplesmente não dá certo", finalizou.
 
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