F1

Magnussen vê Red Bull fora do alcance da Haas e fala em grupo intermediário “ainda mais difícil” em 2019

Kevin Magnussen afirmou que a Red Bull não é um objetivo realista para a Haas, mesmo que a F1 tenha disputado apenas uma corrida até aqui. Para o dinamarquês, o grupo intermediário do grid está mais difícil neste ano, “muito mais que em 2018”

GRANDE PRÊMIO / Redação GP, de Curitiba
A bordo da Haas, Kevin Magnussen foi o 'melhor do resto' no GP da Austrália, que abriu a temporada da F1, na semana passada. O dinamarquês completou a corrida em Melbourne na sexta colocação, a mais de um minuto do vencedor da prova, Valtteri Bottas. Só que a etapa australiana viu uma Red Bull chegar ao pódio, enquanto a Ferrari ficou fora do top-3. Por isso, para Magnussen, a equipe dos energéticos também não é um objetivo realista para o time norte-americano em 2019, que passa agora a se concentrar mesmo no disputado bloco intermediário do grid.
 
Durante a pré-temporada, a equipe chefiada por Gunther Steiner afirmou que a meta era tentar competir com a Red Bull, especialmente devido ao primeiro ano de parceria do time austríaco com a Honda. Agora, Kevin acha que é mais complicado do que pareceu nos testes coletivos em Barcelona.
Kevin Magnussen (Foto: Haas)
"Ainda será difícil de chegar perto da Red Bull, eles estão muito à frente de nós e já são muito rápidos", disse o piloto. "Geralmente, eles evoluem muito bem ao longo do ano, mesmo na comparação com as outras grandes Mercedes e Ferrari."
 
O objetivo, então, é se colocar como quarta força do Mundial, o que seria um passo à frente diante daquilo que a equipe conseguiu em 2018, quando terminou o campeonato na quinta posição, atrás da Renault. "Acho que, como no ano passado, a disputa será acirrada", falou.
 
"Obviamente, é difícil dizer como será a batalha no pelotão intermediário, mas, ao menos, na Austrália foi perto. Pareceu muito o ano passado, talvez até mais próximo", concluiu Magnussen, que tem oito pontos no campeonato.