Massa se preocupa com ameaça ao GP do Brasil e teme mesmo destino do GP da Alemanha de 2015: a forca

Felipe Massa não quis entrar muito em detalhes - especialmente depois da resposta atravessada que levou de Tamas Rohonyi há alguns meses - sobre a dúvida colocada sobre o GP do Brasil de 2017 no calendário da FIA, mas mostrou medo de que aconteça o mesmo que um ano atrás na Alemanha

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A FIA divulgou, na última quarta-feira, o calendário oficial da F1 em 2017. As 21 corridas estão confirmadas, mas o que mais chamou a atenção foi o asterisco ao lado dos GPs do Brasil e do Canadá – sujeitos a confirmação futura. Na coletiva oficial da FIA para o GP da Malásia, na manhã desta quinta-feira (29), Felipe Massa falou sobre a questão. Disse que não dá para saber do que se trata e que só pode torcer para que a F1 não deixe o Brasil como aconteceu na Alemanha em 2015.

 

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O piloto da Williams ressaltou que não dá para saber o que anda acontecendo com contratos e o motivo das constantes ameaças de Bernie Ecclestone, agora potencializadas com o ponto de interrogação. Citou a crise econômica que parece obrigatória para qualquer pessoa que trata do Brasil atualmente e mostrou o desejo de que não haja a reprise do cancelado GP da Alemanha de 2015 – quando a F1 acabou saindo de uma Nürburgring em grave dificuldade financeira.

 
"Estamos apenas correndo e não sabemos o que acontece por trás dos contratos. Algumas vezes você vê algumas pressões sobre um país porque talvez algo não esteja funcionando como Bernie, ou seja lá quem for que decida, gostaria. Sabemos que essas pressões existem", disse.
Felipe Massa (Foto: Williams)
"Não é legal, definitivamente. Brasil é parte do esporte, é parte da F1 há muito tempo. Então seria realmente decepcionante perder o GP do Brasil mesmo que eu não esteja correndo. Vou estar na torcida pelos novos pilotos brasileiros. Sei que a situação no país não está fácil economicamente falando, então talvez seja algo em torno disso. Mas não sei, talvez seja só pressão e talvez aconteça como na Alemanha ano passado", seguiu.
 
"Espero que não aconteça isso em São Paulo. Interlagos é uma das corridas mais divertidas de se assistir. Torço para o melhor para eles, meu país, o Brasil", encerrou.
 
Três meses atrás, Massa chegou a dizer que era "bem possível" que o GP do Brasil deixasse o calendário da F1 num futuro próximo. Ao passo que o promotor da prova, Tamas Rohonyi, não gostou e mandou o piloto "não comentar o que não entende".
 
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