Mateschitz coloca prazo para Red Bull fechar acordo de motores para temporada 2016: até fim de outubro

A Red Bull estabeleceu um prazo para definir se vai ou não continuar na F1 em 2016, e este prazo é o mês de outubro. A equipe ainda não encontrou uma fornecedora de motores para o ano que vem

É neste mês de outubro que a Red Bull espera conseguir fechar um contrato com uma fornecedora de motores para a temporada 2016 da F1. O recado foi dado pelo dono da empresa de bebidas energéticas, Dietrich Mateschitz.

Insatisfeita com as unidades de potência da Renault, a Red Bull rompeu com os franceses, com quem ainda tinha contrato para o ano que vem.

Dietrich Mateschitz acompanha testes da Red Bull em Jerez de la Frontera (Foto: Getty Images)

Acontece que, fora dali, as opções são escassas. A Mercedes, que já trabalha com a própria equipe e outras três, disse não. E a Ferrari também não quer fornecer à Red Bull as ferramentas para que os rubro-taurinos possam vencê-los. No entanto, os tetracampeões avisaram que não vão aceitar uma versão antiga do motor italiano.

Já a Honda não pretende trabalhar com outra equipe além da McLaren.

"A gente está se esforçando para conseguir um motor, mas não conseguimos até agora. Não o que queremos", afirmou o austríaco em entrevista à revista 'Speedweek'.

Perguntado a respeito de até quando vai esperar até tomar uma decisão a respeito do futuro de suas duas escuderias, Mateschitz deu o prazo: "Até o fim de outubro". 

A 'Speedweek' é de propriedade da Red Bull e tem sido frequentemente por Mateschitz para 'passar recados' a respeito do futuro de seu time e da própria F1.

A Red Bull estreou na F1 em 2005, após comprar a Jaguar, e venceu quatro campeonatos de Pilotos e de Construtores de 2010 a 2013. Em 2006, ainda assumiu o espólio da Minardi com a criação da Toro Rosso.

Nesta semana, o chefe da Red Bull, Christian Horner, revelou que a esquadra ainda negocia com a Mercedes para ter os motores austríacos em 2016. “Estamos em conversas com duas fábricas. A decisão não recai sobre Toto Wolff (chefe da Mercedes) e se realiza num nível mais alto”, garantiu o inglês. Wolff, no entanto, deixou claro que a Mercedes não vai fornecer motores para a Red Bull.
 

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