McLaren defende adoção de teto orçamentário e até se dispõe a abrir mão de premiação como forma de equilibrar grid

Diretor-executivo da McLaren, Zak Brown defende um limite de orçamento para as equipes do grid da F1 e vai mais longe. O dirigente se disse disposto a abrir mão da premiação extra que a esquadra inglesa recebe todos os anos, se isso significar uma melhor divisão da receita entre os times que fazem parte do campeonato

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A McLaren se disse disposta a comprometer parte de seus ganhos extras na F1 se isso resultar em uma melhor distribuição da receita vinda dos direitos comerciais entre as equipes do grid, de acordo com Zak Brown, o diretor-executivo da equipe inglesa.

 
A Ferrari, a Mercedes, a Red Bull e a McLaren têm acordos especiais de premiação com relação ao desempenho no Mundial de Construtores. Em 2017, por exemplo, o bônus do time de Woking deve chegar a US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 94 milhões), enquanto a equipe italiana deve receber US$ 35 mi (R$ 110 mi), contra US$ 39 milhões (R$ 123 milhões) dos alemães e dos austríacos. Além disso, a escuderia vermelha também leva todos os anos uma quantia extra pela longevidade no campeonato, enquanto a montadora da estrela de três pontas, a fábrica das bebidas energéticas e a Williams também recebem outros pagamentos adicionais. 
 
Falando sobre os valores, Brown afirmou que a McLaren apoia a ideia de um limite de orçamento para nivelar o grid, mesmo que isso signifique a perda do bônus. "Falando pela McLaren, somos grandes fãs de tetos orçamentários. Achamos que são muito importantes. A maioria dos esportes os tem e há um equilíbrio. Nós reconhecemos que somos uma das quatro equipes que recebem pagamentos especiais, e isso pode significar algum compromisso, mas nós sentimos que, se o esporte é saudável, essa iniciativa pode beneficiar a todos nós", explicou o dirigente.
Zak Brown busca igualar ganhos das equipes na F1 (Foto: McLaren)

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"Somos uma ótima equipe. Há muitas excelentes também que querem disputar o campeonato e ter a mesma chance que todos os outros", completou.

 
A Ferrari fechou 2016 com um orçamento de cerca de £ 330 milhões (R$ 1,4 bilhões), contra £ 265 milhões (R$ 1,1 bi) gastos pela campeã Mercedes no mesmo ano. Enquanto isso, a Sauber, hoje a menor equipe do grid, trabalha com £ 95 milhões (R$ 400 milhões). Então, quando perguntado se as duas ponteiras do grid aceitariam retroceder e aceitar um limite orçamentário, Brown respondeu: "Acho que aqueles que podem se dar ao luxo de ampliar os níveis quanto ao orçamento vão fazer de tudo para manter as coisas como estão, porque isso lhes dá uma vantagem competitiva muito grande, mas é um pouco como ter dois jogadores extras no campo em uma partida de futebol."
 
O executivo sugeriu ainda que implantar um limite orçamentário será inevitável. "Acho que haverá algum tipo de restrição. Não penso em um número aleatório, mas entendo que é preciso ajudar as equipes a obter um nível mais gerenciável. Acho que haverá algum tipo de limite, talvez em áreas específicas. E aí o orçamento vai cair", emendou.
TORO ROSSO DEMOROU DEMAIS

REBAIXAMENTO SEGUIDO DE AFASTAMENTO DE KVYAT É TUDO, MENOS INJUSTO  

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