McLaren reclama da ida de dirigente da FIA para Ferrari e fala em “quebra de um acordo de cavalheiros”

Éric Boullier, dirigente da McLaren, afirma que a Ferrari quebrou um acordo firmado entre equipes ao trazer Laurent Mekies apenas três meses após a saída da FIA. Boullier cita um acordo que exige um período de 12 meses entre os dois empregos

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A contratação de Laurent Mekies, diretor de segurança da FIA, pela Ferrari pegou a McLaren de surpresa. Os britânicos ficaram incomodados com a ida de um funcionário da federação para uma escuderia de F1 – algo que, de acordo com a McLaren, vai contra um acordo firmado recentemente entre equipes do certame.
 
Aos olhos da McLaren, a chegada de Mekies dá vantagem indevida à Ferrari. É uma reação semelhante à vista quando a Renault contratou Marcin Budkowski, ex-engenheiro da FIA, em outubro de 2017. A decisão controversa da equipe francesa gerou um movimento para evitar que tal manobra se repetisse no futuro. Até aqui, não deu certo.
Laurent Mekies (Foto: Reprodução/Twitter)

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“Estamos muito chateados com outra perda de um funcionário da FIA para uma equipe de F1, principalmente depois de um acordo no último encontro do Grupo de Estratégia”, lamentou Éric Boullier, chefe da McLaren. “Definimos que nenhum funcionário técnico da FIA seria empregado por uma equipe por um período de 12 meses. A Ferrari foi contra um acordo de cavalheiros e a FIA não aplicou a regra”, apontou. A revista britânica ‘Autosport’ afirma que outras equipes também se irritaram com a Ferrari, mas optaram por não se manifestar publicamente.
 
Mekies avisou a FIA que deixa o cargo atual dentro em junho. Em setembro, apenas três meses após a saída, já é aguardado como novo funcionário da Ferrari. Por trabalhar na federação, o funcionário desenvolveu livre acesso às equipes de F1, o que resulta no risco de levar informações confidenciais a Maranello.
 
”VOCÊ TEM DE RESPEITAR”

EMOÇÃO GENUÍNA DE BARRICHELLO É EXEMPLO DE MOTIVAÇÃO

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