Mercedes afirma que começo difícil na F1 2022 foi “meio que um choque” para Hamilton

Mesmo abalado, heptacampeão seguiu empenhado em fazer a sorte da equipe alemã virar — e isso ajudou o time a chegar ao atual nível de desempenho, segundo Andrew Shovlin

A Mercedes cresceu na metade final da temporada de 2022 da Fórmula 1, fato. Tanto, que a equipe alemã começa a ameaçar a Ferrari na briga pelo segundo lugar no Mundial de Construtores: 487 pontos da escuderia italiana contra 447 das Flechas de Prata. Mas o panorama nem sempre foi esse no ano.

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O início de ano da Mercedes foi difícil. Com um W13 que lidava com os problemas do porpoising, a equipe chefiada por Toto Wolff arriscou um conceito ousado para a nova era técnica da F1. Deu errado. Enquanto George Russell entregava resultados muito melhores do que a performance em si do carro, Lewis Hamilton sentia as dificuldades — o 13º lugar em Ímola mostra isso.

Mas foi justamente o empenho do heptacampeão mundial em reverter a situação que ajudou a Mercedes a melhorar o desempenho do W13 — e quem confirma isso é o diretor de engenharia da equipe alemã, Andrew Shovlin.

Início da F1 2022 abalou Hamilton (Foto: Mercedes)

“Lewis está sempre trabalhando duro, super motivado e desesperado para tentar vencer. Acho que sair da posição competitiva que tivemos nos anos anteriores para um carro realmente difícil de guiar, no começo dessa temporada, foi meio que um choque para ele”, reconheceu.

“Foi também um pequeno ajuste para nos acostumarmos a correr efetivamente no meio do pelotão no início do ano — tendo que fazer muitos ajustes com o carro para tentar obter o melhor dele e, ao mesmo tempo, ir aprendendo. Mas acho que, assim como nós como equipe, Lewis também pode ver que estamos definitivamente indo na direção certa”, completou Shovlin.

Hamilton teve muitas dificuldades para ultrapassar em Ímola e não saiu do 13º lugar (Foto: Mercedes)

O diretor de engenharia também afirmou que, agora, Toto Wolff e companhia sabem exatamente o que fazer para voltar — em definitivo —, do começo ao fim da temporada, ao pelotão da frente na F1.

“Nós conseguimos ver uma rota clara para voltarmos ao ponto de competirmos por poles e vitórias. Você pode ver, com o comprometimento de Lewis com o time, que a distância vai cada vez mais diminuindo. Seu esforço está em trabalhar para tentar nos ajudar a conseguir isso”, elogiou, por fim.

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