Motor Ferrari se destaca, e chefe da Red Bull admite questionamento a FIA

Chefe da Red Bull, Christian Horner admitiu que o time dos energéticos fez questionamentos à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) sobre o motor Ferrari. Cúpula da Mercedes considera que o propulsor italiano está muito à frente dos rivais

As duas vitórias consecutivas de Charles Leclerc não passaram batidas na Fórmula 1. Depois de assistirem ao monegasco aproveitar a superioridade do motor Ferrari para vencer em Spa-Francorchamps e em Monza, os times rivais passaram a questionar a legalidade do propulsor italiano.
 
Chefe da Red Bull, Christian Horner admitiu que a equipe dos energéticos enviou alguns questionamentos à FIA (Federação Internacional de Automobilismo).
Charles Leclerc venceu em Monza e em Spa (Foto: Beto Issa)

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“Nós mandamos algumas questões a FIA, mas ainda não recebemos nenhuma resposta”, contou.
 
Depois dos triunfos de Leclerc, surgiram inúmeros rumores no paddock, inclusive de que o time de Maranello está gerando mais quilowatts de potência do que o permitido. Outros boatos indicam que o motor é capaz de armazenar combustível extra em determinados momentos e outros falam, ainda, que o propulsor queima óleo extra para obter um benefício de potência.
 
Chefe da Mercedes, Toto Wolff afirmou à publicação alemã ‘Auto Motor und Sport’ que o motor Ferrari está à frente de todos os outros.
 
“No momento, Renault, Honda e nós estamos no mesmo nível”, avaliou Wolff. “Só a Ferrari se destaca. E de uma maneira muito séria”, concluiu.
 

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