Rosberg revela ‘queridômetro’ de Wolff sobre Horner: “Não gosta muito”

Com Red Bull e Mercedes em uma batalha que vai além das pistas, Nico Rosberg, ex-piloto da equipe alemã, revelou como é a relação de Toto Wolff com Christian Horner. E disse mais: a batalha entre as duas sobre a asa traseira flexível vai continuar

A guerra entre Red Bull e Mercedes está já mais do que declarada, GP de Mônaco que o diga. Lá, a equipe alemã viu os taurinos assumirem o Mundial de Pilotos e Construtores – Max Verstappen pela primeira vez na liderança, ao desbancar Lewis Hamilton que finalizou apenas em sétimo lugar nas ruas de Monte Carlo. Para Nico Rosberg, a batalha entre as equipes ficará ainda mais acirrada, muito por uma relação já pouca amistosa ente Wolff e Christian Horner, chefe da Red Bull.

“Acho que Wolff não gosta muito de Christian Horner, porque ele nem sempre fala sobre Christian de uma forma simpática”, afirmou Rosberg, em entrevista à Sky Italia.

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Para além das disputas nas pistas, Rosberg entrega uma prévia de uma discussão recorrente entre as duas potências: a asa traseira flexível utilizada pela Red Bull. O tema foi abordado recentemente por Helmut Marko, consultor da Red Bull, que disse que Wolff “não faria um escândalo” sobre o assunto no GP do Azerbaijão. Na contramão do pensamento de Marko, eis que o ex-piloto da Mercedes revela que, sim, o chefe da Mercedes pretende fazer questionamentos.

MAX VERSTAPPEN; LEWIS HAMILTON; MÔNACO; FÓRMULA 1;
Max Verstappen ao lado de Lewis Hamilton em Mônaco (Foto: Mark Thompson/Getty Images)

“Vai ser realmente um cabo de guerra se a Mercedes protestar contra a asa traseira flexível da Red Bull. Wolff já disse que pretende fazer isso, para que isso possa acontecer na próxima corrida em Baku. Pode até ser que este jogo comece antes do início do GP do Azerbaijão e, então, as coisas realmente começarão a andar. Essa questão é realmente algo que está na mente de toda a Fórmula 1”, revelou.

A briga fora das pistas já dava indícios de acontecer desde o momento em que a equipe dos energéticos contratou funcionários e o chefe de engenharia da rival, Ben Hodgkinson, para fazer investimentos para ser sua própria fornecedora de motores de 2022 em diante. Horner avaliou o passo dado pela Red Bull como “necessário” para a equipe triunfar.

“Sabemos que o sucesso só vai ser alcançado quando se trazem os melhores e mais brilhantes talentos, fornecendo-lhes as ferramentas certas e criando o ambiente certo para que seja possível prosperar. As contratações para a equipe chave de liderança hoje demonstram o nosso forte compromisso com esses objetivos e certamente nos beneficiamos do nosso campus estar localizado no Reino Unido, onde temos acesso a uma grande riqueza em termos de engenharia”, disse o dirigente.

Fórmula 1 volta à ação no dia 6 de junho, com o GP do Azerbaijão, nas ruas de BakuGRANDE PRÊMIO acompanha diariamente todos os detalhes do Mundial.

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