No embalo de Alonso, Vandoorne mostra decepção com Honda e aumenta insatisfação: “Esperávamos uma melhora”

Stoffel Vandoorne não tem o estofo de Fernando Alonso ou Éric Boullier para fazer críticas abertas à Honda, então é bom que tenha cuidado com as palavras. Mas até mesmo o novato belga deixou claro que existe uma decepção latente da McLaren com a Honda

 

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Após dois anos de aprendizado na F1, 2017 deveria ser o ano em que a Honda dava o salto de qualidade. Especialmente levando em conta as mudanças de regra que, em tese, nivelaram o campo de batalhas. Não foi o visto durante as duas semanas de testes de pré-temporada. A decepção da McLaren com a Honda é latente, como já deixaram claro Fernando Alonso e o diretor de corridas Éric Boullier. Agora foi a vez de Stoffel Vandoorne, ainda que de forma mais sutil, puxar a orelha da fábrica japonesa.

 

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O novato da McLaren, que acompanha o trabalho da Honda desde o começo – então como piloto de desenvolvimento da equipe de Woking -, não possui o estofo dos outros críticos, mas afirmou que se esperava algo completamente diferente em Barcelona. Os vários problemas nos testes, que fizeram da McLaren a equipe que menos voltas deu, e a falta de potência do motor decepcionaram.

 
"É verdade que eu estou com a McLaren Honda desde o começo, e os últimos dois anos foram muito difíceis para nós. Vimos certo progresso nesse período que foi encorajador. Todo mundo veio testar esperando um passo adiante definitivo", afirmou. "Ver os problemas que estamos tendo agora foi um tanto inesperado e longe do ideal", seguiu.
Stoffel Vandoorne (Foto: Honda)
"Essa é a situação de agora, então não podemos ficar sentados e fazer nada. Temos que trabalhar duro e juntos para nos certificarmos que façamos força de todo mundo na direção certa e ter certeza de que vamos avançar", afirmou.
 
Vandoorne falou também sobre a frustração de Alonso. No último ano de contrato, o espanhol está claramente insatisfeito e tem pressa. Segundo o belga, os dois têm conversado bastante para tirarem o maior número de resultados possíveis da situação com a Honda.
 
"Falamos muito juntos, o que é normal porque é assim nos testes de inverno de pré-temporada. Sabemos que a situação está longe do ideal e estamos trabalhando muito duro para andar com o time. Creio que temos sido muito profissionais nos momentos mais difíceis Todos os mecânicos e o pessoal na fábrica estão focados, sendo profissionais, e tentando tirar tudo de cada volta que damos", encerrou.
 
A temporada 2017 começa com o GP da Austrália em 26 de março.
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