Organização se gaba por sprint e projeta superar R$ 1,37 bilhão com GP de São Paulo

Promotores do GP de São Paulo ainda destacaram que, além da corrida sprint, o fim de semana em Interlagos vai contar com uma etapa da Fórmula 4 Brasil

Durante a coletiva de imprensa de abertura do GP de São Paulo, realizada nesta quarta-feira (25), a organização da prova se mostrou contente com o impacto que a Fórmula 1 tem causado na capital paulista. Além do aspecto econômico, principalmente com a geração de empregos, Alan Adler, promotor da corrida, destacou como o evento projeta a imagem de São Paulo no restante do mundo. De quebra, aproveitou para destacar que a praça é a única do calendário que recebeu a corrida sprint em três anos ininterruptos. A expectativa é que a edição de 2023 supere os R$ 1,37 bilhão que foram movimentados em 2022.

Para 2023 o GP de São Paulo ainda vai contar com uma novidade. Além da corrida sprint no sábado, o público poderá acompanhar a Fórmula 4 Brasil, que pela primeira vez será um evento de apoio da Fórmula 1 em Interlagos.

“Teremos outras novidades. Somos o único GP que vai ter a corrida sprint pelo terceiro ano consecutivo, pela qualidade da corrida aqui em Interlagos. É conhecida [a qualidade] pelos pilotos, pela FIA, e São Paulo vai ter o evento de novo, no sábado. Teremos, pelo primeiro ano, a F4, que é uma categoria nova no Brasil”, destacou Adler. 

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Em 2022, corrida no Brasil foi marcada por vitória de Russell e toque entre Hamilton e Verstappen (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

“A F4 corre com um carro de mesma característica do carro de F1, digamos assim. Então, agora temos a F4 aqui, e a carreira [de um piloto] segue na F3, F2, até chegar na F1”, seguiu o promotor.

Alan ainda falou sobre a importância de São Paulo sediar um evento da magnitude da F1. O esporte é transmitido em centenas de países e, consequentemente, o nome e a imagem da capital paulista acabam sendo disseminados. Segundo ele, para se ter uma projeção tão grande seria necessário um investimento de cerca de R$ 2 bilhões.

“A Fórmula 1, como um esporte global de fato, que todo mundo para para assistir no final de semana, então, esse valor que vai gerar na imagem de São Paulo no mundo. Se você tivesse de parar e comparar hoje, você teria de investir mais de US$ 400 milhões (R$ 2 bilhões na cotação do dia) para ter essa projeção de São Paulo. Então é realmente um diferencial”, admitiu Adler.

“Nós estávamos conversando antes. Quem é que já tinha ouvido falar de Baku, até ter a Fórmula 1? ou do Bahrein? E assim vai. É uma projeção incrível de imagem. Então a Fórmula 1 faz parte da nossa estratégia de fortalecimento da cidade, de trazer turistas e trazer uma economia mais forte”, disse o promotor do GP de São Paulo.

Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, fez boas projeções a respeito do retorno financeiro que a Fórmula 1 proporciona para a cidade e acredita que vai movimentar uma quantia superior a R$ 1,37 bilhão.

“A movimentação financeira do ano passado foi de R$ 1,3 bilhão. Esse ano deve superar, a expectativa é de aumento, até porque com todas as obras que a gente fez é para aumentar a capacidade de público. Geramos 14 mil empregos nesse evento, fundamental para a cidade, geração de emprego e de renda, os taxistas estão mais felizes porque estão fazendo mais corridas, os outros aplicativos, hotéis cheios, restaurantes, nossos espaços culturais e esportivos”, finalizou Nunes.

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