Palmer lamenta saída de chefe de equipe, mas mostra confiança e afirma que Renault “está em boas mãos”

Jolyon Palmer, que vai entrar em 2017 na sua segunda temporada como titular na F1, acredita que terá pela frente um ano diferente, com uma equipe bem mais estruturada: “A impressão que temos é que realmente podemos fazer algo”

 

A temporada de retorno da Renault como equipe ao grid do Mundial de F1 nem de longe foi como o esperado pela escuderia de Enstone. Com apenas oito pontos marcados, o time ficou atrás até mesmo da estreante Haas e terminou só à frente de Sauber e Manor. Mas 2017 começa com uma perspectiva diferente, tanto em termos de estrutura como também de resultados. Jolyon Palmer acredita que, mesmo com a saída repentina do ex-chefe Fréderic Vasseur, a Renault está em boas mãos no comando de Cyril Abiteboul, diretor-geral, e de Jérôme Stroll.

 
“Fred saiu, o que foi uma pena, mas nós ainda temos Cyril, Jérôme Stroll também, então esses caras já comandaram equipes e fazem parte da cúpula na Renault. Então nós ainda estamos em boas mãos, e a forma como as coisas estão parece ser um pouco mais simples agora”, salientou o britânico em entrevista à emissora Sky Sports.

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Jolyon Palmer só espera que 2017 seja um ano melhor depois de uma temporada difícil na estreia na F1 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Palmer, que marcou apenas um ponto na sua temporada de estreia, contra sete do seu então companheiro Kevin Magnussen, que foi para a Haas, acredita que a Renault terá pela frente um ano bem melhor e diferente de 2016, quando ainda pegou os resquícios da falta de estrutura e problemas da Lotus, time que foi readquirido pela Renault ao fim de 2015.
 
“A impressão na equipe é que este é um ano em que nós podemos realmente fazer algo. Ano passado nós ficamos com as mãos um pouco amarradas em virtude dos problemas da Lotus. Este ano parece ser melhor em tudo. Todo mundo está super empolgado em ir pra cima e ver se nós podemos dar a volta por cima”, finalizou.
 
Além de Palmer, a Renault terá neste ano o alemão Nico Hülkenberg, contratado para ser a grande referência de um time que já foi bicampeão com Fernando Alonso na década passada, mas que agora tenta voltar aos seus dias de glória na F1.
 
Por fim, Palmer tem fé de que poderá deixar para trás a má impressão de um ano complicado e sem nenhum brilho. A esperança do britânico, campeão da GP2 em 2014, é que 2017 seja um ano diferente. E para melhor.
 
“Estou com uma equipe de fábrica, uma equipe a qual eu acredito que está galgando seu espaço, e ainda que eu não tenha mostrado algo no passado, tenho certeza de que os resultados virão. Estou em uma posição muito melhor aqui agora e estou ansioso para 2017”, finalizou.
 
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