Pérez entra no coro e diz que F1 deveria ajudar equipes menores a sobreviverem: "Precisa que esses times fiquem"

Sergio Pérez foi mais um a dizer que a F1 precisa entrar no jogo e ajudar as equipes menores do grid a encontrar uma forma seguro para continuar mantendo suas atividades. O piloto da Force India avaliou que a categoria precisa desses times e , assim, deveria ajudar os times

O piloto da Force India, Sergio Pérez, se juntou ao coro e pediu que a F1 ajude as equipes menores para proteger o esporte no futuro próximo. Com Marussia e Caterham entrando em administração legal durante a temporada 2014 – apesar de estarem na lista para 2015 – e outras equipes tendo prejuízos importantes, Pérez é mais um a recorrer à categoria.
 
Pérez disse que acompanha muito do que está acontecendo através da imprensa, e a F1 deveria auxiliar as equipes menores com dificuldade, pois a categoria necessita dessas equipes. Embora não tenha falado sobre a distribuição de renda na categoria, é essa a maior discussão na temporada.
Sergio Pérez entrou no coro e disse que a F1 precisa ajudar as equipes menores (Foto: getty Images)
"Claro que nós vemos muito na imprensa. A F1 não está passando por um período ótimo, especialmente desse lado do grid. Os times menores estão tendo dificuldades para se manter. Então, com sorte, o esporte pode fazer algo para nos ajudar e ajudar as equipes a sobreviver, porque acho que a F1 precisa que esses times fiquem", disse.
 
O mexicano ainda desaprovou a ideia de que várias equipes poderiam ter carro de GP2 modificados no grid da F1 e dessa forma diminuir seus custos. Pérez avalia que se algo assim fosse feito dividiria a categoria em duas divisões, com a segundo não estando exatamente no pináculo do automobilismo.
 
"Eu acredito que se eles quiserem fazer uma segunda categoria, se você estiver na segunda categoria, não está no pináculo do esporte. Então, qual o objetivo? Se você está na F1, é porque é um dos melhores pilotos no mundo. É porque você é um dos melhores times de corrida do mundo. Qual o sentido de ser F1, mas não ser o pináculo do esporte", concluiu.
 
Mesmo com as dificuldades, a Force India viveu o mlehor ano de sua história competitiva em 2014, ficando com o sexto lugar no Mundial de Construtores. Pérez e Nico Hülkenberg estão confirmados como a dupla do time de novo na temporada 2015.
 
PAZ E AMOR

Ao GRANDE PRÊMIO, Nelsinho Piquet falou do ano cheio que viveu em 2014 e da adaptação às diferentes categorias que disputou nesta temporada. O brasileiro de 29 anos se disse um apaixonado por pilotar e que apenas procura um “ambiente em que possa se divertir, sem ficar estressado”

“A verdade é que quanto mais experiência você possui, melhor você consegue se adaptar a outros tipos de carros", declarou o piloto.

Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.

O ÚLTIMO CAMPEÃO

Há um ano e meio, Jacques Villeneuve, o último piloto campeão pela Williams, mostrava-se bastante receoso quanto ao futuro do time. Hoje, o pensamento do canadense é diferente — ainda que ele fale da transformação da equipe com alguma cautela. Em entrevista exclusiva à REVISTA WARM UP, em julho de 2013, Villeneuve dissera que, “no momento em que uma equipe passa a ter pilotos pagantes, está acabado”. O pensamento do piloto é direto: ter bons pilotos é que atrai os bons patrocínios. Neste ano, com Felipe Massa se juntando a Valtteri Bottas, a equação mudou, e o campeão de 1997 avaliou a nova fase do time.

Leia a entrevista com Villeneuve na REVISTA WARM UP.

MELHORES DO ANO
 
E assim, como num passe de mágica, 2014 passou. Foi rápido mesmo. Se Vettel decepcionou, a Mercedes dominou e o medo de acidentes fatais voltou à F1; se a Ganassi não correspondeu e Will Power fez chegar o dia que parecia inalcançável; se Márquez deu mais um passou para construir uma dinastia; se Rubens Barrichello viveu sua redenção, tudo isso é sinal das marcas de 2014 no automobilismo. Para encerrar e reforçar o que aconteceu no ano, a REVISTA WARM UP volta a eleger os melhores do ano.

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