Pérez vê “pressão extra para pilotos” e poucas mudanças aos fãs da F1 com novas restrições de uso do rádio

Como se fosse um porta-voz não oficial dos pilotos, Sergio Pérez entende que as restrições que a F1 adotou para o uso do rádio vão criar dificuldades “desnecessárias” para os competidores e não vai representar um grande ganho de ação para os fãs do esporte. O mexicano acredita que o fim do Q3 deverá ser mais enfadonho com o novo formato de treino classificatório

A temporada 2016 do Mundial de F1 inaugura uma nova era em termos de comunicação via rádio entre pilotos e equipes. A partir deste ano, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) determinou restrições que visam valorizar a capacidade de improviso e a inteligência do piloto ou, numa definição usada por Toto Wolff, diretor-esportivo da Mercedes, o novo regulamento vai fazer com que os competidores deixem de ser “guiados por controle remoto”.
 
Sergio Pérez, piloto da Force India, deu sua opinião sobre o que espera do novo regulamento. Na visão do mexicano, as restrições podem dificultar muito a vida dos pilotos, numa situação considerada “desnecessária”, além de considerar que a falta de liberdade sobre o que transmitir via rádio não vai ter nenhum efeito prático para os fãs da F1.
 
“Acho que isso pode criar um pouco mais de trabalho para o piloto, mas acho que isso coloca o piloto numa posição desnecessária. Porque não acho que isso vai mudar nada para os fãs do esporte. Só coloca uma pressão extra para o piloto”, declarou ‘Checo’ durante entrevista coletiva em Melbourne nesta quinta-feira (17).
Sergio Pérez não acredita em uma melhor dinâmica com a restrição nas comunicações via rádio (Foto: Getty Images)
“O que eu espero é que todos com suas equipes, ou ao menos a gente, do nosso lado, é que seja bastante tranquilo sobre o que temos de fazer e como vamos reagir. Espero que as outras equipes e pilotos possam encontrar um pouco mais de dificuldade. Isso seria ótimo, mas não muda muito”, avaliou.
 
Quanto ao novo formato de classificação, que também vai estrear neste fim de semana com a disputa do GP da Austrália, Pérez disse ter uma boa expectativa, mas não no que diz respeito à parte final da sessão, que o piloto de Guadalajara espera ser mais chata do que nos anos anteriores com a regra antiga.
 
“Acho que o Q3, nos últimos três minutos, provavelmente vai ser um pouco mais chato que no passado porque o pessoal vai ser pressionado a acelerar mais cedo. Por exemplo, para nós, se estivermos no Q3, vamos ficar com apenas um jogo de pneus, por isso temos de sair cedo. Não vai ser como no passado, quando você se acostumou a ver dois ou três carros saindo no último minuto”, explicou.
 
“Tomara que não, mas acho que você vai perder um pouco disso no Q3, que é a parte da sessão mais interessante para os fãs. O Q1 pode, provavelmente, ser mais interessante em termos de tráfego. Porque encaixar uma volta nos sete primeiros minutos em Mônaco, por exemplo, vai ser interessante. Vai ser interessante ver como tudo vai acontecer”, finalizou.
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