Perto de comemorar ‘Bodas de Ouro’ na F1, Lauda considera possibilidade de aposentadoria definitiva. Em 2020

Niki Lauda dedicou sua vida à F1. Depois de abandonar as pistas, em 1985, seguiu em diversos cargos na categoria, culminando com o de presidente não-executivo da Mercedes, seu atual posto. Com contrato até 2020, só a partir de então ele verá se deixará, enfim, o paddock

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Niki Lauda estreou na F1 em 1971. Já se passaram 46 anos e o austríaco de 68 segue, todo GP, no paddock – agora pela Mercedes, ocupando o cargo de presidente não-executivo, mais um dos tantos postos que já ocupou na categoria. Mas pode ser que seu tempo na F1 esteja chegando ao fim – por opção própria.

Com contrato com a Mercedes até 2020, na véspera do ano em que completaria 50 anos de paddock, Lauda evita pensar se chegou a hora de parar de fato. Mas sabe que é uma possibilidade a se pensar.

"Cumprirei meu contrato. Lá, então, pensarei. Falar disso agora não faz muito sentido, já que é muito cedo", disse, em entrevista ao jornal 'Bild am Sonntag'.

Niki Lauda (Foto: Getty Images)

Mas um dos motivos pelos quais poderia pensar em sair da F1 não é a família, apesar desta razão ser tradicionalmente apontada por esportistas que deixam o meio.

"Só há 21 finais de semanas do ano em que estou fora. O resto passo em casa como qualquer homem de família. Não tem problema com isso", afirmou. Lauda é casado e tem dois filhos pequenos.

Em três anos, a F1 pode se despedir de um ícone. Ou, então, comemorar suas 'Bodas de Ouro', um feito e tanto.

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