F1

Petecof ressalta “relação próxima incrível” com Vettel e revela sonho de tê-lo como mentor nas pistas

Ao GRANDE PRÊMIO, Gianluca Petecof falou sobre seu grande ídolo no esporte, Sebastian Vettel. O brasileiro lembrou quando teve a chance de conhecer o tetracampeão e destacou que a relação se tornou mais próxima quando o jovem se uniu à Academia da Ferrari
Warm Up, de São Paulo / FERNANDO SILVA, de Interlagos
 Gianluca Petecof destacou a jornada positiva vivida neste fim de semana na Itália (Foto: Prema Powerteam)

Ao mesmo tempo em que Sebastian Vettel iniciava sua dinastia no início da década na F1, do outro lado do mundo, no Brasil, Gianluca Petecof começava a carreira no kartismo. Desde criança, o paulista admirava os feitos do alemão nas pistas com o carro da Red Bull, equipe com a qual enfileirou quatro títulos mundiais consecutivos, entre 2010 e 2013. Quando ainda estava no kart, em 2015, Petecof teve a chance de conhecer de perto seu ídolo no Brasil. Dois anos depois, teve o privilégio de ouvir do tetracampeão que pode ocupar seu lugar na F1.
 
Ao GRANDE PRÊMIO, durante o fim de semana do GP do Brasil de F1, em Interlagos, Petecof destacou não apenas a admiração, mas o quanto Vettel procura se fazer presente. O contato tornou-se ainda mais estreito depois que Gianluca foi confirmado como novo membro da Academia de Pilotos da Ferrari ao fim do ano passado.
Gianluca Petecof em evento promovido pela Shell ao lado de Sebastian Vettel em São Paulo (Foto: Shell Racing/Divulgação)
“Para mim, poder ter essa relação bem próxima com ele é incrível. Desde pequeno acompanho a carreira dele, é meu ídolo dentro das pistas, e quando estava começando a correr de kart ele estava começando a conquistar os títulos na F1“, recordou.
 
“Então, depois de tantos anos, através da Shell aqui no Brasil, em 2015, pude vê-lo pela primeira vez, e desde então ele tem um carinho muito especial por mim”, comentou o brasileiro que, neste ano, disputou as temporadas das F4 Italiana e Alemã, sendo o melhor estreante e quarto colocado no certame italiano. Foi a sua estreia nos monopostos.
 
“Ele me levou à garagem e, o que era para ser uma conversa rápida, de cinco minutos, acabou se estendendo para 40 minutos, quase uma hora, com ele me falando sobre o carro, respondendo às perguntas que tinha sobre como é ser um piloto de F1... E depois de tantos anos, todo ano no GP do Brasil nos vemos”, comentou.
 
Gianluca conta que, por conta da programação da F1 ser muito distinta das que os jovens da Academia da Ferrari tem ao longo do ano, é difícil ter um contato diário com os pilotos da equipe da F1 em Maranello. Por isso, os finais de semana de GP como o do Brasil são uma chance a mais para poder aprender um pouco com Sebastian. “A gente se viu nesse ano por aqui, um carinho maior do que nunca, e representando as mesmas marcas, Shell e a Ferrari”, disse.
 
Por fim, o piloto da Prema na F4 projeta uma proximidade ainda maior com Vettel no futuro. “Com certeza, daqui a alguns anos, quem sabe, ele pode se tornar um mentor dentro das pistas também”, concluiu.