Piloto de testes da Pirelli, Di Grassi explica que carros precisam ser mais suaves com pneus em 2013

Lucas Di Grassi atuou no desenvolvimento dos compostos que serão usados na F1 em 2013 e explicou como a nova fórmula da fabricante italiana interfere no trabalho de pilotos e equipes

A Pirelli conseguiu atingir seu objetivo de complicar a vida das equipes para a temporada 2013 do Mundial de F1. A nova fórmula desenvolvida pela fabricante italiana resultou em um pneu de difícil compreensão – pilotos e times terminaram a pré-temporada ainda tentando resolver o enigma para minimizar o desgaste dos compostos e aproveitá-los melhor. Piloto de testes da Pirelli, Lucas Di Grassi explicou que a nova construção dos pneus requere que os carros sejam “mais suaves” do que os do ano passado.

Para este ano, os pneus da categoria máxima do automobilismo serão mais macios do que foram no ano passado, além de contar com uma construção diferente para evitar que eles superaqueçam. Isso provoca uma degradação maior – contornar isso é uma das chaves para o sucesso no campeonato que começa dia 17, no GP da Austrália.

Sebastian Vettel foi um dos que terminou a pré-temporada sem saber exatamente como lidar com os pneus de 2013 (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

Perguntado pelo Grande Prêmio, Di Grassi falou que, em 2013, as equipes precisam ter “um carro mais suave com os pneus do que o carro do ano anterior. Isso se faz com suspensão, com molas, com sistema de amortecimento de energia e com downforce, entre outras coisas”.

Para os pilotos, trata-se de uma questão de conhecer o equipamento que têm em mãos. “O piloto precisa entender como o carro dele se comporta e adaptar o estilo de pilotagem para colocar mais ou menos energia no pneu”, completou Di Grassi.

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