Por limite de custos, diretor-técnico da Williams defende regra que reduz número de motores para temporada 2018

Diretor-técnico da Williams, Paddy Lowe saiu em defesa da regra que reduz o número de motores por temporada na F1. A partir do ano que vem, cada piloto terá à disposição apenas três unidades de potência. O que passar disso, será punido. A medida vem sendo muito criticada, mas Lowe entende que o regulamento prioriza o limite de gastos

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A regra que prevê uma redução no número de motores para 2018 não vem sendo vista com bons olhos na F1 e ganhou críticas pesadas, uma delas feita pelo tetracampeão Lewis Hamilton, que acha a medida vai deixar os carros "parecidos com um ônibus". Mas há quem defenda o regulamento. Diretor-técnico da Williams, Paddy Lowe afirmou que iniciativa é uma forma de limitar os custos com as unidades de potência, o que beneficia, principalmente, as equipes clientes como a próxima esquadra inglesa.

 
A partir da próxima temporada, o regulamento vai restringir o limite de motores ainda mais, de quatro para três por piloto ao longo do ano, também por conta do aumento no número de etapas, que passa de 20 para 21 no ano que vem. 
Paddy Lowe defende redução dos motores na F1 (Foto: Williams)
"Esta medida foi introduzida em 2015 como uma maneira de reduzir os custos dos motores para os times clientes. Por isso, o valor que pagamos pelas unidades de potência agora é mais baixo em relação ao material que deve ser distribuído. Embora seja um fardo para os motores, isso tem mais a ver com fabricantes e custos. Como clientes, vemos um benefício no preço. Voltar a usar mais motores também implica em pagar mais", explicou o engenheiro britânico.
 

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Lowe ainda deu uma alfinetada nos críticos do regulamento. "As pessoas que pedem mais motores não entendem ou ignoram o que se trata", afirmou Paddy. "Você está sempre livre para ter uma punição, mas isso vai custar dinheiro e posições no grid. Ou você pode usar um motor com menos força, e essa é a fórmula que temos por agora", completou.
 
"Não sei nada sobre os outros motores, mas se você levar em conta uma unidade da Mercedes e usá-la com menos potência, vai chegar ao final do ano com os três motores. A demanda da potência dita a vida do motor. É um jogo de desenvolvimento", acrescentou o dirigente.
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