Presidente da Associação dos Pilotos ignora falta de ultrapassagens e elogia ‘nova F1’: “É autêntica”

Alexander Wurz, ex-piloto e desde 2014 o presidente da Associação de Pilotos, não concorda com as críticas direcionadas ao Mundial após o GP da Austrália. Segundo Wurz, os pilotos estão curtindo os carros, e a F1 é autêntica de novo. A falta de ultrapassagens? Bom, para ele é algo natural

 

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Em meio a duas semanas de dúvida após o GP da Austrália que abriu a temporada 2017 do Mundial de F1, tem gente, ao contrário da maré geral, estão bem satisfeitas com o que viram na pista. Alexander Wurz, por exemplo. O ex-piloto e atual presidente da Associação dos Pilotos da F1 afirmou que vê a categoria na direção correta após as mudanças de regras que entraram em vigência nesta temporada. Segundo Wurz, a F1 é autêntica outra vez.

 

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Wurz, piloto de relativo sucesso guiando pela Benetton, McLaren e Williams entre 1997 e 2007 e que se aposentou como piloto ao fim da temporada 2015 do WEC – e que é presidente da GPDA desde 2014 -, avaliou que a alta exigência física causada pela grande dose de downforce e a alta velocidade retoma a trilha que a F1 não deveria ter perdido. O que o austríaco diz, porém, é que o grid ainda precisa ser aproximado.

 
"Os pilotos gostam dos carros. É autêntico e passa como verdade, o que torna muito mais fácil de vender", afirmou. "Ouvir um campeão sem ar no rádio significa que todo mundo está forçando tudo o tempo todo, isso não requer explicação de que é fisicamente difícil e desafiador de guiar. Todas as voltas são com os pilotos forçando. Isso é legal. Acho que a direção em que estamos indo definitivamente é boa", seguiu.
Alexander Wurz (Foto: Getty Images)
"Se eu tivesse uma lista dos desejos, diria que precisamos aproximar o grid, de primeiro a último, porque isso trará mais competição. Assim, a animação irá se construir, autêntica e animadora. Estamos indo na direção certo", falou.
 
Sobre as grandes polêmicas da primeira corrida do ano, Wurz discordou de duas críticas recorrentes: a primeira delas, a transmissão oficial da FOM. Para Wurz, mudou para melhor, visto que explorou mais a demonstração de velocidade dos novos carros. 
 
"A transmissão da TV já está melhor, porque eles têm uma câmera on-board que balança um pouco, então a percepção é que é mais rápido, dá para ver. Se o sinal da TV abandonar o modelo antigo de imagens abertas onde temos pouquíssimas partes de velocidade e rumar para a captura constante de velocidade desses carros pelos olhos, então acho que iremos na direção certa. É os novos donos devem promover, promover e promover", avaliou.
 
Já em outra questão polêmica, as ultrapassagens, contornou as críticas. Disse que em condições normais onde os melhores pilotos estivessem nos carros mais fortes do grid e que não existissem artifícios como o DRS, não seria fácil ultrapassar também. 
 
"Posso entender imediatamente o que alguns dos caras dizem sobre a impossibilidade de ultrapassagens, mas esse assunto é sempre debatido. Ninguém no mundo pensa que se tivermos os melhores pilotos nos carros que queremos, próximos em termos de competitividade, sem ninguém muito longe e sem interferência artificial, as ultrapassagens serão fáceis", argumentou.
 
"Se olharmos para os anos 2000, quando as pessoas diziam que corridas eram tão chatas e ultrapassagens eram tão difíceis: foi o período mais popular da F1 porque era autêntico e divertido", encerrou.
 
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