Presidente da FIA, Todt sugere mudança na distribuição da renda da F1 para atrair novas equipes: “É o único jeito”

Jean Todt acredita que a distribuição de dinheiro entre as equipes da F1 precisa ser revista. O dirigente afirma que a questão “não é problema da FIA”, mas vê uma mudança de rumos como necessária

 
Jean Todt é presidente da FIA, mas não tem como se meter em um dos mais antigos entraves da F1: a distribuição de dinheiro entre as equipes, tida como injusta para as escuderias menores. O ex-chefe da Ferrari acompanha de fora um pepino que precisa ser descascado pelo Liberty Media, grupo que comprou a categoria em 2016. Todt não chega a opinar qual seria o modelo ideal, mas decreta: algo precisa mudar.
 
“O único jeito de encher o grid provavelmente é através de uma distribuição de renda diferente, o que não é um problema da FIA. É um problema, mas não estamos envolvidos com ele”, disse Todt, em entrevista ao Motorsport.com.
Apenas 20 carros vão competir na F1 em 2017 (Foto: Red Bull Content Pool)
“Minha opinião, e já expressei ela várias vezes, é de que a F1 é o pináculo do automobilismo, um grande espetáculo, mas custa muito dinheiro. É preciso ver como tornar o esporte mais acessível”, completou.
 
O alto custo significa que, salvo equipes de fábrica, é muito difícil entrar na F1. A exceção parece ser a Haas, que estreou em 2016 e conseguiu resultados muito dignos. Mas por trás dos americanos existe uma série de escuderias que não se firmaram: Hispania, Caterham e Manor são os casos mais recentes.
 
E olha que o problema é antigo: a última vez que a F1 teve um grid realmente cheio – 26 carros é o limite estabelecido por regulamento – foi no GP de Mônaco de 1995. Em seguida, com a falência da Simtek, o certame mergulhou em uma montanha-russa de equipes medianas, com diversas idas e vindas. O atual grid de 20 carros serve como atestado das dificuldades financeiras existentes.
 
O GP da China, o segundo da F1 em 2017, acontece neste fim de semana, e o GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades em Xangai AO VIVO e em TEMPO REAL.
 

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