Primeira versão de calendário da F1 para 2017 revela novo conflito de datas com 24 Horas de Le Mans

A coincidência de datas entre a F1, com o GP da Europa, e as 24 Horas de Le Mans, foi uma grande marca negativa do calendário da temporada 2016. Contudo, a F1 deve manter a mesma base para o ano que vem, com a largada da corrida no Azerbaijão acontecendo no mesmo dia do desfecho da maior prova do Mundial de Endurance

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A F1 apresentou, nos últimos dias, a sua primeira versão do calendário da temporada 2017 às equipes do grid. A base é a mesma adotada neste ano: 21 corridas e, como uma das poucas novidades, está a inversão do Bahrein com a China para receber a segunda prova do ano, sendo realizada em Xangai no dia 2 de abril, uma semana depois da abertura do campeonato, em Melbourne, na Austrália. O GP do Brasil permanece, com a corrida a ser disputada em 12 de novembro. O que permanece também é a coincidência de datas entre o GP da Europa, em Baku, e as 24 Horas de Le Mans, um dos pontos mais criticados do calendário deste ano.
 
Desde quando Nico Hülkenberg disputou as 24 Horas de Le Mans em 2015 e venceu, o feito atraiu o interesse de muitos outros pilotos pela maior prova do endurance mundial. Fernando Alonso, por exemplo, nunca escondeu a vontade de guiar em Sarthe, embora tenha sido vetado pela Honda naquele ano para correr na Porsche. Jenson Button e Daniel Ricciardo também demonstraram interesse pelos protótipos. Quem não gostou nada da história foi Bernie Ecclestone, o chefão da F1.
 
Neste ano, o GP a Europa, realizado pela primeira vez nas ruas de Baku, capital do Azerbaijão, aconteceu em 19 de junho, pouco depois da bandeirada final em Le Mans. O que mais chama a atenção é que a prova aconteceu apenas uma semana depois do GP do Canadá, oferecendo às equipes e à própria F1 como um todo uma viagem extremamente longa e um desafio logístico bastante complexo.

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O fim de semana do GP da Europa de 2017 deve novamente coincidir com as 24 Horas de Le Mans (Foto: Dan Istitene/Getty Images)
Mas ainda que a organização das 24 Horas de Le Mans tenha anunciado com meses de antecedência a data da largada em Sarthe para 2017, 17 de junho, justamente para evitar uma coincidência de datas com outras categorias e atrair o maior número possível de pilotos de grande nível ao redor do mundo para se juntar ao Mundial de Endurance, tal medida não surtiu o efeito desejado no que diz respeito à F1.
 
Com exceção da inversão de datas entre China e Bahrein, há muito pouco em termos de mudança para 2017. Abril reserva três corridas, num espaço de duas semanas entre elas: China, no dia 2, Bahrein, em 16, e o GP da Rússia, em Sóchi, no dia 30. Maio vem com os GPs da Espanha, em 14 de maio, e o de Mônaco, no último domingo do mês, no mesmo fim de semana das 500 Milhas de Indianápolis.
 
Junho reserva os GPs do Canadá, no dia 11, e da Europa, no Azerbaijão, uma semana depois. Aí o ‘julho insano’ se repete com quatro corridas em cinco finais de semana: GP da Áustria no dia 2; GP da Inglaterra uma semana depois; o GP da Hungria em 23 de julho e, encerrando a primeira parte da temporada, o GP da Alemanha, no dia 30.
 

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Após quatro semanas de pausa, a F1 vai retomar as atividades em 27 de agosto com o GP da Bélgica. Setembro terá duas corridas: o GP da Itália, no dia 3 e, duas semanas depois, o GP de Cingapura. Outubro, como neste ano, vai reservar também quatro corridas em cinco finais de semana: Malásia, no dia 1º; Japão, duas semanas depois e, após 15 dias, o GP dos Estados Unidos, com o GP do México fechando o mês no dia 29. Aí novembro vem para fechar o calendário de 2017 com o GP do Brasil, em 12 de novembro, e a etapa de Abu Dhabi, duas semanas depois.

 
Ecclestone ainda tem o poder de modificar as datas antes de enviar o projeto do calendário à FIA (Federação Internacional de Automobilismo). O calendário da temporada 2017 ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Mundial da FIA para ser ratificado. A próxima reunião da entidade acontece no fim do mês.
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