Prost elogia “realmente impressionante” Verstappen, mas pondera: é melhor evitar comparações com grandes da história

Alain Prost, quatro vezes campeão mundial, sabe uma ou duas coisas sobre os grandes pilotos da história da F1. O francês acredita que Max Verstappen mostrou muita coisa até aqui na F1, mas é melhor evitar comparações com pilotos que fizeram história

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A afirmação de que Max Verstappen tem talento para ser um dos grandes pilotos de sua geração e de todos os tempos é antiga, mas ganhou anda mais força depois da vitória de debute na F1 no GP da Espanha dois finais de semana atrás. Alguém que entende de títulos, o tetracampeão mundial Alain Prost, acha, porém, que não é bom que se faça tantas comparações.

 
As razões de Prost são várias. Primeiro, a injustiça de comparar o talento de alguém de 18 anos e um ano e meio de F1 a pilotos realizados que já acumularam glórias e marcas. Outra, porque é impossível saber como os grandes da história seriam tão novos. Prost lembrou que ele mesmo só conseguiu guiar um monoposto aos 19 anos por conta das regras da época. Max nem chegou a essa idade e não pode mais ser chamado de novato na F1.
 
"Todos somos diferentes. Pode fazer comparações ou não fazer, a única coisa que posso dizer é o que vi ano passado a mesma coisa que vocês. E o vi em provas privas na Áustria com a Red Bull, uma situação diferente. Parece maduro, calmo e muito forte. Lembra do ano passado quando teve o acidente em Mônaco?", questionou.
 
"A forma em que respondeu as perguntas, como reagiu a quando esteva forçando. Quando você tem 17 anos, isso tudo é instinto. Todo mundo é diferente, talvez Scumacher tivesse feito algo semelhante com mais arrogância, não sei, mas é melhor não comparar", disse.
Alain Prost viu de perto a vitória de Max (Foto: Getty Images)
Mas Prost elogiou. Falou que Verstappen pôde experimentar de uma "pressão positiva" ao estrear da forma como fez em Barcelona. "Max não tinha nada que perder, mas no final das contas concluiu um final de semana perfeito sem qualquer erro. É realmente impressionante, todo mundo está observando. Ele mostrou na pista e especialmente nas últimas voltas, quando os pneus estavam gastos, andou muito bem", seguiu.
 
Lembrou, por fim, que hoje o avanço de categorias é bem mas acessível que no passado. Para Prost os carros também são mais simples de serem guiados.
 
"É difícil. Claro que os carros de hoje são mais fáceis de conduzir que na minha época, mas os pilotos começam muito jovens. Quando Max tinha oito anos, já guiava kart ou algo assim. Vai criando experiência com a forma como gerencia os sistemas e carros diferentes", falou.
 
"Não pude fazer a escola de pilotos porque precisava ter um ano de carteira de habilitação para guiar. Desta forma comecei a competir quando tinha 19 anos. Não sei como era quando eu tinha 18 anos, estava nos karts, não era muito calmo. Um kart é diferente, mas também não acho que era fácil", encerrou.
 
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