Räikkönen lidera manhã do último dia de testes com melhor tempo da pré-temporada. McLaren quebra duas vezes

A Ferrari segue empolgando em Barcelona. Kimi Räikkönen marcou 1min18s634, superando o já ótimo tempo que Sebastian Vettel havia anotado no sétimo dia de testes. Enquanto isso, a McLaren completou 19 voltas e quebrou duas vezes

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É difícil não acreditar que a Ferrari vai estar forte em 2017. Pelo segundo dia seguido, a equipe de Maranello anotou o melhor tempo de volta da pré-temporada – Sebastian Vettel teve a honra no sétimo dia de testes, mas foi superado por Kimi Räikkönen no oitavo, nesta sexta-feira (10). Com supermacios, o finlandês marcou 1min18s634 em Barcelona. Foi suficiente para derrotar com facilidade a concorrência, que começa a ficar com uma pulga atrás da orelha.

 
O segundo mais rápido foi Max Verstappen. O holandês teve uma manhã produtiva, liderando parte considerável do teste. Mesmo assim, o 1min19s438 serve como mais um indício de que a Red Bull começa 2017 precisando encontrar velocidade.
 
Valtteri Bottas ficou em terceiro com a Mercedes, que nem tentou combater a Ferrari. O finlandês registrou 1min19s845 com supermacios, bem menos do que os prateados já produziram em dias anteriores. Nico Hülkenberg e Sergio Pérez, ambos com ultramacios, completaram o top-5.
 

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Em termos de quilometragem, a Sauber voltou a fazer um bom trabalho. Marcus Ericsson superou a marca de 60 voltas e seguiu mostrando que o C36 é confiável, apesar de não ser tão rápido assim. A Williams de Lance Stroll ficou um pouco atrás no total de voltas, assim como a Renault de Hülkenberg.
Kimi Räikkönen (Foto: Twitter/F1)
Quem teve uma manhã horrível foi a McLaren. A equipe conseguiu a proeza de quebrar duas vezes em 17 voltas – menos de um terço da distância de um GP. Como desgraça pouca é bobagem, Fernando Alonso ficou em último na tabela de tempos – 1min22s731 com ultramacios, 3s5 atrás dos tempos que as equipes de ponta vinham anotando. A única outra equipe que enfrentou problemas sérios foi a Haas – o carro morreu na saída dos boxes e, uma hora depois, ficou atolado na caixa de brita.
 
Depois da atividade matinal, restam apenas quatro horas de pré-temporada da F1 2017. O teste vespertino é a última chance de colocar os carros na pista antes do fim de semana do GP da Austrália, marcado para 26 de março.
 
Saiba como foi o oitavo dia de testes da F1 em Barcelona
 
O último dia de pré-temporada da F1 começou de forma um pouco diferente. Foi o criticado Lance Stroll quem estreou o dia no topo da tabela: utilizando pneus macios, o piloto Williams foi melhorando aos poucos, anotando 1min22s123. Kimi Räikkönen até surgiu em primeiro por algum tempo, mas logo o estreante voltou a ser o mais veloz.
 
A primeira hora do treino, aliás, foi recheada de voltas rápidas com pneus macios. Carlos Sainz, Marcus Ericsson e Valtteri Bottas também optaram por aplicar o composto de banda amarela. Em menor escala, as equipes também testavam um novo protótipo de pneu que a Pirelli havia desenvolvido – Sergio Pérez e o próprio Räikkönen foram os primeiros a conhecer a novidade.
 
Mas é claro que, tão logo os pneus mais macios foram testados, o jogo virou. Depois de uma hora de teste, Nico Hülkenberg foi para a pista com supermacios e registrou 1min20s505 – melhor tempo da Renault na pré-temporada. Mais um pouco e, com ultramacios, o vencedor das 24 Horas de Le Mans baixou para 1min20s248. O alemão era o primeiro na tabela de tempos com folga.
Lance Stroll pintou no topo da tabela na primeira hora da manhã (Foto: AFP)

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Bottas, ainda com macios, subiu para o segundo lugar com 1min21s678. Stroll, que seguia achando tempo, estava consolidado em terceiro.
 
Essa sequência de voltas rápidas foi interrompida após 1h30min de teste. Romain Grosjean rodou na curva 4 e ficou atolado na caixa de brita, causando o primeiro acionamento de bandeira vermelha do dia. O próprio Grosjean já havia sido vítima de problema mecânico na primeira hora do dia, quando o carro morreu na saída dos boxes.
 
Com o retorno da bandeira verde, Max Verstappen anotou o melhor tempo do teste – 1min20s211 com macios. Como a Renault não leva desaforo para casa, Hülkenberg voltou aos ultramacios e registrou 1min19s885.
 
Outro que testou os melhores pneus foi Marcus Ericsson. Mas não foi tão produtivo: com supermacios, o sueco deixou a Sauber apenas em sexto – 2s5 atrás do tempo de Hülkenberg.
 
A segunda bandeira vermelha do dia veio exatamente após 2h15min de testes. E, para a surpresa de toda a Catalunha, era a McLaren de Fernando Alonso que havia quebrado. Não por acaso, a escuderia era a que tinha menos quilometragem até aqui, 160 voltas atrás da segunda pior.
Max Verstappen conseguiu bons tempos de volta (Foto: Red Bull Content Pool)

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A bandeira verde voltou a ser agitada na sequência. E, uma vez mais, a liderança trocou de mãos: com outro set de pneus macios, Verstappen voltou ao topo da tabela com o melhor tempo da Red Bull na pré-temporada – 1min19s852. Depois, com supermacios, o holandês anotou 1min19s491.
 
Enquanto isso, os bichos-papões da pré-temporada escondiam o jogo. A Mercedes de Valtteri Bottas andava com tanque cheio e, mesmo com supermacios, era quarto, 1min20s522. Kimi Räikkönen, com médios, era apenas sétimo: 1min21s382 para a Ferrari.
 
Na sequência, pouco antes da marca de três horas de teste, a terceira bandeira vermelha do dia foi agitada: a McLaren quebrou pela segunda vez no dia, isso antes de sequer completar um terço da distância de um GP – só 17 voltas em Barcelona. A situação dos britânicos era surreal.
 
Como de costume nesta manhã, a bandeira vermelha foi seguida de um tempo de volta muito rápido. Com macios, Kimi Räikkönen foi para cima e anotou 1min19s267, o melhor tempo do dia até aqui. E a Ferrari queria mais. Kimi foi de supermacios para a pista e melhorou mais um pouco – 1min19s019, melhor marca da pré-temporada.
A McLaren voltou a passar vergonha (Foto: McLaren/Divulgação)

Com outro set de supermacios, a situação melhorou ainda mais. Naquela que pode ser considerada a primeira real demonstração de poder da Ferrari, Kimi anotou 1min18s634. Era o primeiro tempo abaixo de 1min19s. Certamente deixou a concorrência preocupada.

Pouco depois veio a quarta bandeira vermelha do dia. Romain Grosjean quebrou na reta oposta de Barcelona, claramente com problemas mecânicos. Assim, os últimos 15 minutos de atividade viraram apenas 5: a retirada do carro da Haas consumiu mais tempo do que o ideal.

Mesmo assim, as equipes mandaram os carros para a pista quando a bandeira verde se fez presente. Räikkönen voltou a anotar um bom tempo de volta, mas não foi capaz de superar o registro anterior.

F1, Testes coletivos, Barcelona, dia 8, manhã:

1 7 KIMI RÄIKKÖNEN FIN FERRARI 1:18.634   48
2 33 MAX VERSTAPPEN HOL RED BULL TAG HEUER 1:19.438 +0.804 33
3 55 CARLOS SAINZ JR ESP TORO ROSSO RENAULT 1:19.837 +1.203 39
4 77 VALTTERI BOTTAS FIN MERCEDES 1:19.845 +1.211 53
5 27 NICO HÜLKENBERG ALE RENAULT 1:19.885 +1.251 45
6 11 SERGIO PÉREZ MEX FORCE INDIA MERCEDES 1:20.116 +1.482 46
7 18 LANCE STROLL CAN WILLIAMS MERCEDES 1:20.335 +1.701 59
8 8 ROMAIN GROSJEAN FRA HAAS FERRARI 1:21.429 +2.795 44
9 9 MARCUS ERICSSON SUE SAUBER FERRARI 1:21.670 +3.036 59
10 14 FERNANDO ALONSO ESP McLAREN HONDA 1:22.731 +4.097 19

Os pneus são…

ultramacios | supermacios | macios | médios | duros

 

PADDOCK GP #68 ANALISA SEGUNDA SEMANA DE TESTES DA F1 EM BARCELONA

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