Red Bull admite ter terceiro carro em 2015, mas preferiria que equipes menores “solucionassem seus problemas”

Christian Horner, chefe da equipe Red Bull, afirmou ao GRANDE PRÊMIO que alinharão um terceiro carro caso isso seja solicitado pela FOM. Porém, não poupou críticas ao comando dos times menores

A possibilidade de algumas equipes terem um terceiro carro na F1 é real. E quem diz isso é ninguém menos que Christian Horner, chefe da equipe Red Bull. O comandante disse que atenderia a solicitação da FOM como uma alternativa ao grid reduzido por conta do fim das operações da Marussia e à grave situação financeira da equipe Caterham. Contudo, não passou a mão na cabeça dos times considerados menores.   
 
"Se nos perguntarem sobre um terceiro carro, nós vamos apoiar. Mas seria muito bom ver as equipes menores solucionarem os seus problemas para que não precisemos de três carros. Mas se nós pedirem, então faremos isso", informou Horner, evidenciando que a atitude não ocorreria por conta própria, mas por pedido de Bernie Ecclestone.
Christian Horner e Bernie Ecclestone (Foto: Getty Images)
Perguntado se a culpa pela crise instalada na principal categoria do automobilismo mundial é da própria F1 ou das equipes menores que não sabem administrar o dinheiro, Horner não ficou em cima do muro. 
 
"Eu acho que é uma combinação das duas coisas. As equipes gastam mais do que têm, o que para qualquer negócio é um desastre. E as regras são muito caras, especialmente neste ano com relação ao motor, que levou a coisa ao limite. "
 
O homem-forte da Red Bull também citou os altos salários de alguns pilotos que alinham no grid como um fator complicador desse cenário. 
 
"Também precisamos saber por que os custos são tão altos. Precisamos saber qual é o custo com os pilotos. Mas acho que, mesmo que ganhem mais dez milhões, a situação ainda seria a mesma. Por isso, precisamos saber qual é o custo com os pilotos, o que realmente acontece", encerrou.
O RESPIRO

Nico Rosberg fez o que tinha de fazer na tarde deste domingo (9) em Interlagos. O alemão da Mercedes não se deixou intimidar, segurou com frieza e tranquilidade o ímpeto de um agressivo Lewis Hamilton e, como prêmio, levou o GP do Brasil. Rosberg não vencia na temporada desde a etapa da Alemanha, ainda em julho. Com o resultado, Nico descontou um pouco da desvantagem que possui para o rival e agora vai chegar em Abu Dhabi com 17 pontos a menos.

Mas a coisa não foi de todo ruim para Hamilton. Apesar do revés, o britânico ainda depende só de si para garantir o título mundial. Um segundo lugar já assegura a taça nos Emirados Árabes daqui a duas semanas.

Felipe Massa se emocionou e emocionou ao público sendo terceiro. Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.

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