Renault adia chegada polêmica de ex-engenheiro da FIA e projeta início de trabalho pela equipe em abril de 2018

Cyril Abiteboul, diretor-geral da Renault, confirmou que Marcin Budkowski terá seu início de trabalho com a equipe adiado até abril de 2018 - já com a temporada que vem da F1 em andamento

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A contratação de Marcin Budkowski, ex-engenheiro da FIA, feita pela Renault em outubro, causou polêmica desde que começou a ser cogitada. Por ser o "dono dos segredos" da F1, as outras equipes do grid começaram a se mexer para evitar o acerto polonês com a Renault – mas não conseguiram.

Nesta sexta-feira (1), porém, Cyril Abiteboul, diretor-geral da escuderia, assumiu que a polêmica chegada foi adiada. Em entrevista ao 'Motorsport', Abiteboul confirmou que Budkowski deve começar a trabalhar em Enstone apenas no dia 1° de abril.

Nico Hülkenberg em carro 2017 da Renault (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

A rejeição das rivais ao acerto da Renault ocorre pois a posição do polonês na FIA era privilegiada, já que era o homem a quem as equipes reportavam para comunicar sobre o desenvolvimento dos carros para a temporada seguinte.

O adiamento da chegada de Budkowski foi acertado entre Renault e FIA. De acordo com as leis suíças, a transferência só poderia ocorrer após três meses da saída do cargo. No acordo, ambos os lados aceitaram que esse período seja dobrado.

A saída foi acertada em um regime chamado ‘gardening leave’, que é comum na F1 – este período de três meses antes de começar a trabalhar em outra equipe. Após seu pedido de demissão, Charlie Whiting, diretor de corridas da FIA, enviou um comunicado às equipes pedindo para não mais se reportarem a Budkowski a respeito dos projetos atuais e dos novos carros para a temporada 2018 da F1.

Além das equipes, a própria FIA não ficou feliz com a situação. Jean Todt, presidente da entidade, é quem afirma: "As equipes ficaram bravas? A FIA ficou brava", disse.

"Você nunca fica feliz quando engenheiros dessa capacidade deixam seus postos. Temos limitações de contrato por causa das leis suíças, então ele teria que esperar três meses. Mas chegamos a este acordo por seis meses", completou.

FIM DE UMA GERAÇÃO

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