Renault reitera foco em 2017, mas planeja entregar nova atualização do motor em Cingapura ou Malásia

A Renault é a montadora que tem o maior número de fichas de desenvolvimento ainda disponíveis: 21. Apenas 11 foram usadas nesta temporada. A fábrica francesa, que evoluiu muito sua unidade de potência neste ano, pretende levar para Cingapura ou Sepang uma nova atualização do motor, mas Rémi Taffin indicou que pode não ser a última do ano, já que os trabalhos estão sendo feitos pensando também em 2017

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Das quatro fabricantes de motor da F1, a Renault é a que menos gastou fichas de desenvolvimento na temporada 2016. Ao todo, a fornecedora de Viry-Châtillon tem 21 das 32 disponibilizadas para uso durante o ano. Rémi Taffin, diretor-técnico da divisão de motores da equipe, disse que pretende gastar mais algumas fichas, entre três e cinco, para melhorar a performance da unidade de potência nesta fase final do campeonato. A atualização deve ser entregue à Renault e à Red Bull no GP de Cingapura, daqui a duas semanas, ou então no GP da Malásia, em outubro.
 
No entanto, o foco da Renault, como de todas as fábricas e equipes da F1, está todo voltado para 2017, sobretudo em razão do novo regulamento técnico, que vai entrar em vigor no ano que vem. De modo que todas as atualizações, mesmo as que estejam na pista ainda neste ano, servirão como um laboratório do que será desenvolvido para a próxima temporada.
 
“Nós ainda temos mais por vir neste ano. Talvez em Cingapura nós vamos ter um pouco mais e vamos ver o que teremos no momento em que chegarmos ao fim da temporada. Agora, nós estamos totalmente focados no ano que vem, mas o desenvolvimento que nós obtemos para a próxima corrida ou a seguinte já foi planejado”, disse Taffin em entrevista à revista britânica ‘Autosport’.

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A Renault deve contar com uma versão atualizada do seu motor nas próximas semanas (Foto: Getty Images)
“Esperamos ganhar 0s1 ou 0s2 de tempo de volta. Pode ser que tenha mais por vir. Quando nós temos algo que seja rápido, nós não vamos deixar numa prateleira ou segurar para o ano que vem”, comentou o engenheiro francês.
 
A Red Bull, como parceira da Renault, vai receber o motor atualizado tão logo esteja à disposição. Mas Christian Horner, chefe da equipe de Milton Keynes, não se mostrou tão empolgado assim.
 
“Temos algumas peças, e ouvimos que a Renault pode gastar mais duas fichas. Mas agora realmente todos nós estamos mais ou menos concentrados em 2017, de modo que são pequenas peças do carro, nada muito importante”, minimizou o britânico ao comentar sobre o que está por vir em entrevista ao site ‘Motorsport.com’.
 

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Ao falar sobre Monza, Horner afirmou que já era esperado que a Red Bull andasse atrás da Ferrari em razão da desvantagem do motor Renault em pistas de alta, como a do palco do GP da Itália. Daniel Ricciardo foi o melhor colocado e terminou em quinto. Mas o chefe taurino espera que a situação mude nas próximas corridas, que serão realizadas em circuitos mais favoráveis ao pacote do RB12 que compreendeum chassi bem equilibrado e o motor Renault.
 
“Acho que é um traçado de potência pura, com curvas lentas e retas rápidas. Nas velocidades máximas, as coisas ficavam claras. De modo que não fiquei nenhum pouco surpreso. Mas estamos numa posição bem melhor que há 12 meses. Ainda temos um longo caminho a percorrer para recuperar a diferença [para a Mercedes], mas acho que agora vão chegar circuitos que devem se adaptar melhor às características do nosso carro”, salientou. “Cingapura, Malásia, Japão e México, em teoria, são pistas que devem ser boas para nós”, avaliou.
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