Reserva na Mercedes, Wehrlein se mostra feliz no DTM, mas diz que objetivo na carreira “é ser piloto de F1 um dia”

O talentoso piloto alemão vem sendo tratado pela Mercedes como uma joia para o futuro. No momento, Pascal Wehrlein acelera no DTM e vem tendo bom destaque, ocupando a terceira colocação na temporada 2015. Mas embora esteja feliz no Campeonato Alemão de Turismo, seu objetivo é um só: estar no grid da F1

Aos 20 anos, Pascal Wehrlein é a nova joia da Mercedes para o futuro no automobilismo. O prodígio alemão tem no seu currículo o título da ADAC Masters, categoria de base do seu país-natal, em 2011. Depois de terminar em quarto na temporada 2012 da F3 Europeia, o jovem nascido em Sigmaringen disputa o DTM. Após um ano de aprendizado, Wehrlein teve boa performance em 2014, chegando a vencer uma corrida, e faz seu melhor ano na categoria em 2015, ocupando a terceira colocação após triunfar em Norisring. Mas apesar de estar na melhor fase no DTM, Pascal tem como grande objetivo fazer parte do grid da F1.

O caminho até cumprir seu objetivo, porém, é longo e tortuoso. Wehrlein assumiu o posto de piloto de testes e reserva da Mercedes na F1 no ano passado, sendo suplente de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, ambos com contratos de longa duração com o time prateado. Mesmo assim, Pascal não tem dúvidas em traçar a meta da sua carreira.

Pascal Wehrlein trilha uma carreira vitoriosa no DTM. Mas seu grande sonho é fazer parte do grid da F1 (Foto: DTM)

“Definitivamente, meu objetivo é ser piloto de F1 um dia. Mas também gosto muito do DTM. Gosto de estar aqui. Agora é o meu segundo ano com a HWA [sua equipe no DTM], então conheço todo mundo nesta equipe, e agora nós estamos desempenhando melhor, então conseguimos lutar por pódios e por vitórias”, declarou o alemão em entrevista ao site ‘GPUpdate.net’.

“Tenho de focar em minha performance no DTM e também nos testes e no trabalho no simulador e, em seguida, há outras pessoas que tomam as suas decisões”, afirmou.

Mas apesar de estar atualmente como reserva da Mercedes, o jovem alemão não se mostrou incomodado por estar no posto, pelo contrário. “Eu gosto muito disso porque toda a equipe é muito legal. Eles sempre me dão a impressão de que sou parte da equipe. Mesmo nos fins de semana de corrida, quando não estou trabalhando muito, apenas sentado nas reuniões, tento aprender alguma coisa com o pessoal, ouvir o rádio, mesmo não guiando.”

“É meio estranho às vezes, mas eles sempre me dão a sensação de que faço parte da equipe, de modo que isso é realmente muito bom. Viajo com toda a equipe para cada corrida e guio muito no simulador. Às vezes apenas estou na fábrica observando o pessoal trabalhar e faço algumas perguntas para me envolver. Sempre mantenho meu conhecimento em dia sobre o carro para que eu esteja pronto caso algo aconteça”, finalizou Wehrlein.

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