F1

Ricciardo ressalta “peso da responsabilidade”, mas “não ficaria surpreso se Leclerc batesse Vettel” na Ferrari

Daniel Ricciardo mostrou interesse com a briga que pode acontecer dentro da Ferrari em 2019. O australiano reconheceu que Charles Leclerc tem grande responsabilidade na equipe, mas ressaltou o talento do monegasco e afirmou que não ficaria surpreso se o visse batendo Sebastian Vettel

Grande Prêmio, de Barcelona / ERIC CALDUCH, de Barcelona / NATHALIA DE VIVO, de São Paulo
Daniel Ricciardo foi mais um dos tantos que decidiu opinar sobre as expectativas de briga entre Sebastian Vettel e Charles Leclerc. O australiano admitiu que não ficaria surpreso caso o monegasco batesse o experiente companheiro.

Para esta temporada, a Ferrari decidiu investir no jovem piloto, promovendo-o apenas em sua segunda temporada. Com bons resultados nas categorias de base – campeão na GP3 em 2016 e na F2 em 2017, e uma boa estreia na F1, carrega agora muita expectativa e, obviamente, muita pressão.

O titular da Renault então reforçou a pressão em cima de Leclerc, mas ressaltou o talento do piloto, afirmando não ser absurda a ideia de ele ser capaz de bater o companheiro tetracampeão. “Acredito que seria um grande golpe se derrotasse Seb”, falouem entrevista com presença do GRANDE PRÊMIO.
Sebastian Vettel (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Charles é muito jovem e não subestima a pressão que há na Ferrari, uma equipe impulsionada por toda a Itália, e nisso a experiência de Vettel pode fazer a diferença. Leclerc vai levar o peso da responsabilidade, vou acompanhar suas brigas com interesse”, seguiu.

“Alguns pensam que Vettel vai ser superior por sua experiência e outros acreditam que vai ser como quando estive na Red Bull. Não me surpreenderia se Leclerc batesse Vettel, levando em conta o talento que mostrou, mas também pode acontecer o contrário”, completou.

Ricciardo passou situação semelhante. Assim que chegou à Red Bull, em 2014, fez frente a Vettel, terminando o Mundial de Pilotos na terceira colocação com 238 pontos, enquanto o alemão fechou o ano em quinto e 71 pontos de desvantagem.