F1

Ricciardo tem recepção “fantástica” na Renault. Chefe já compara com época dos “títulos de Alonso”

Daniel Ricciardo mal chegou na Renault, mas todos na equipe já estão bastante animados com o australiano. Cyril Abiteboul, chefe do time, inclusive afirmou que a recepção nas fábricas foi incrível, chegando a lembrar da época em que Fernando Alonso conquistou o bicampeonato
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Daniel Ricciardo em Abu Dhabi 2018 (Foto: Red Bull Content Pool)
A chegada de Daniel Ricciardo à Renault é vista com muita animação por todos na equipe. Cyril Abiteboul, chefe do time, inclusive chegou a comparar a recepção ao australiano com a época de glórias de Fernando Alonso, quando o espanhol conquistou o bicampeonato, em 2005 e 2006.
 
A notícia de que o #3 estava de mudança para a equipe francesa pegou muitos de surpresa. Defendendo a Red Bull desde 2014, onde conquistou sete vitórias e 29 pódios, o piloto optou por um novo desafio.
 
Ao falar sobre a contratação, Abiteboul relembrou como a notícia foi recebida com animação e bastante otimismo por todos nas fábricas. “Foi obviamente um grande alívio, notícia fantástica – e a maneira como ele foi recebido nas fábricas em Viry e Enstone foi incrível”, explicou.
Cyril Abiteboul é diretor da Renault (Foto: Getty Images)
“Eu esperava algo, mas nada em relação com o que testemunhei. Foi um momento fantástico. Nunca vi uma reação como essa em nenhuma das duas fábricas. Lembrou-me dos títulos com Fernando Alonso em 2005 e 2006”, continuou.
 
“Não ganhamos nada, mas há esse sentimento que agora estamos na trajetória para sermos capazes de vencer algo. Realmente agora sentimos a obrigação de vir com um motor e um chassi que seja capaz de dar o que os caras merecem”, completou.
 
Entretanto, Cyril também tem em mente que com a chegada de um piloto de ponta, a pressão dentro da equipe também aumenta. “Sentimo-nos mais obrigados em frente a Renault, nossos patrocinadores, nossos fãs, o legado da Renault no esporte a motor”, comentou.
 
“Não quero ter que encarar a decepção ou a frustração nos próximos dois anos. Eu não quero sentir o que a McLaren deve ter sentido com Fernando nos últimos dois anos”, encerrou o dirigente.