Schumacher completa três meses de internação após acidente no mesmo estado de coma e sem evolução

Michael Schumacher caiu enquanto andava de esqui nos Alpes Franceses e bateu a cabeça, acabando em coma induzido para que a equipe médica pudesse controlar o sangramento em seu crânio

Três meses já passaram desde aquele 29 de dezembro, quando Michael Schumacher sofreu um acidente enquanto esquiava com seu filho na Estação de Esqui de Méribel, em Saboia, nos Alpes Franceses, bateu com a cabeça numa pedra e sofreu grave traumatismo craniano.

Naquele mesmo dia, o dono de sete títulos mundiais de F1 foi levado primeiro a um hospital próximo, em Moûtiers, e de lá foi encaminhado ao Centro de Traumatologia de Grénoble, onde foi colocado em coma induzido para evitar mais sangramento em seu crânio.

As lesões de Schumacher

Hoje, cerca de 90 dias depois, pouco mudou. Schumacher segue em coma e sua recuperação ainda é uma incógnita. O último sinal oficial veio da assessora de imprensa do alemão, Sabine Kehm, onde afirmou, mais de um mês após a informação de que Michael estava em processo de saída do coma, que o campeão apresentava 'pequenos e encorajadores' sinais de melhora.

A notícia dada por Kehm veio em meio a uma imensa gama de boatos que apontavam direções distintas no tratamento de Schumacher. Alguns diziam que o ex-Jordan, Benneton, Ferrari e Mercedes já conseguia movimentar partes do corpo; outros garantiam que os médicos do caso já haviam avisado à família que a recuperação do coma não aconteceria.

Por enquanto, segue a luta de Michael rumo a primeira parte recuperação: acordar. Se de fato acordar, terá de contrariar diversos especialistas que duvidam de uma recuperação completa de sua forma física após um coma tão prolongado como o que já se apresenta.

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