Sem andar no TL1, Nasr relata luta contra calor e dificuldade para acertar desempenho dos pneus traseiros

Felipe Nasr disse que não foi ideal perder o primeiro treino livre e revelou que a Sauber teve problemas para acertar o desempenho dos pneus traseiros, especialmente devido ao calor excessivo em Sepang. O brasileiro da Sauber terminou o dia em 12º

Felipe Nasr teve o trabalho encurtado, mas não menos intenso nesta sexta-feira (27) em Sepang, palco da segunda etapa da temporada 2015 da F1. O brasileiro teve de ficar nos boxes no primeiro treino livre, depois que a Sauber decidiu colocar o reserva Raffaele Marciello em seu lugar. Na sessão da tarde malaia, Nasr voltou ao carro e terminou o dia com o 12º melhor tempo, com a volta em 1min41s988.

Sobre o desempenho apresentado na pista malaia, Nasr afirmou que a luta foi para melhorar a performance dos pneus traseiros, especialmente por causa das altas temperaturas registradas durante o dia. "Depois de perder o primeiro treino livre, eu tinha de pegar mão rápido do carro e tudo no período da tarde", disse o piloto.

Felipe Nasr durante o segundo treino livre desta sexta-feira em Sepang (Foto: Getty Images)

"Como eu já conheço essa pista, não foi um grande problema. Mas também não foi um treino ideal, porque brigamos com o acerto dos pneus traseiros em virtude das temperaturas altas. Isso ainda nos dará muito trabalho até amanhã", completou.

"Precisamos agora entender como lidar essa questão e resolver isso, para deixar o carro preparado para a classificação e corrida", acrescentou Felipe.

O MELHOR ESTREANTE

A F1 que Wilsinho Fittipaldi e Chico Serra viram pela primeira vez era muito diferente da atual. Carros, circuitos, tecnologia, dinheiro, tudo. Mas, principalmente, o grid era muito maior. 33 carros estavam inscritos e 25 largaram no GP da Espanha de 1972, que Wilsinho terminou na sétima posição. 24 alinharam no grid em Long Beach em 1981, quando Serra também debutou chegando em sétimo. Mas o tamanho do grid não apaga o brilho do quinto lugar de Felipe Nasr no GP da Austrália de 2015, que os desbancou e se tornou o melhor resultado de um estreante brasileiro na história da categoria

MADUROS, MAS COM
TESÃO DE JOVENS

Os dois já são veteranos. Um tem os primeiros fios grisalhos e outro passou dos 40. Mas os dois seguem firmes e fortes na Indy e usam a idade como um grande fator positivo. Helio Castroneves e Tony Kanaan prometem a mesma disposição dos tempos em que começaram na Indy para conquistarem o título da temporada 2015. E os dois estão nas duas melhores equipes possíveis: a Penske e a Ganassi, respectivamente.

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