F1

Sem entender dispensa, Vergne afirma que “nada fez sentido” na escolha “política” da Toro Rosso

Jean-Éric Vergne segue sem entender o motivo de não seguir na F1 com o projeto da Red Bull. Em entrevista à revista inglesa 'Autosport', o piloto deixou claro que se sente injustiçado por estar fora mesmo após passar por boa temporada em 2014
Warm Up / Redação GP, do Rio de Janeiro
 Jean-Éric Vergne (Foto:Getty Images)
Confirmado como ex-piloto da Toro Rosso, agora Jean-Éric Vergne procura novo emprego. Mas o francês ainda não entendeu o motivo de não ter seu contrato renovado pela equipe. Para Vergne, "nada fez sentido" na tomada da decisão.
 
Em entrevista à revista inglesa 'Autosport', Vergne deixou claro que acredita ter sido injustiçado, pois conseguiu pontuar na medida do possível, levando em consideração os problemas de peso e técnicos do carro. E, segundo o piloto, a pontuação sempre foi algo que a equipe destacou como importante.
Jean-Éric Vergne conversa com a imprensa no Texas (Foto: Getty Images)
"Nada fez qualquer sentido. Ano passado, entendi porque perdi a disputa para Ricciardo, mas esse ano eu imagino que seja alguma política. Não sei...", disse.
 
"Eles sempre dizem que pontos importam; sabem que eu estava 5 kg acima do peso do meu companheiro, então eu tinha pelo menos 0s2 de desvantagem na classificação que ninguém conhecia. Eles sabem os problemas técnicos que eu tive e me impediram de marcar pontos", seguiu Vergne.
 
"Acredito que tive uma temporada muito forte comparada a do ano passado, e acho que tive bastante azar em ter tantos problemas, porque eu teria marcado muitos pontos mais e as coisas funcionariam de forma diferente. Creio que avancei muito comparado ao ano passado, e me sinto muito melhor e mais feliz como piloto", comentou.
 
Por fim, o piloto deixou no ar que aconteceram coisas contra ele no interior da equipe. 
 
"Não me arrependo de qualquer coisa que eu tenha feito. Há tantas coisas que não posso dizer, mas que nunca estiveram a meu favor. Mas é assim. Eu sempre tento ficar mais forte a cada vez que algo vem contra mim", encerrou.

Em 2015, a Toro Rosso terá os estreantes Max Verstappen e Carlos Sainz Jr. no cockpit.
DIRETAS GP

A REVISTA WARM UP e o GRANDE PRÊMIO abriram nesta terça-feira (2) sua já tradicional votação de 'Melhores do ano'. Depois de votação interna dos jornalistas da equipe da AGÊNCIA WARM UP, cinco candidatos foram indicados em cada uma das 11 categorias, e os vencedores serão definidos pelos leitores em votação popular que fica aberta por uma semana, até o dia 8 de dezembro.
 
O recordista de indicações é Rubens Barrichello, campeão da Stock Car, que concorre nas categorias 'Melhor piloto que compete no Brasil', 'Melhor piloto de Turismo/Endurance/Rali' e 'Melhor piloto brasileiro'. A categoria principal, 'Melhor piloto de 2014', tem os seguintes candidatos: Daniel Ricciardo, Lewis Hamilton, Marc Márquez, Valentino Rossi e Will Power.

Vote já nos melhores da temporada 2014 aqui no GRANDE PRÊMIO.
O PRINCIPAL RESPONSÁVEL

A comissão de notáveis formada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para apurar as causas do acidente de Jules Bianchi concluiu que o francês foi o principal responsável pela batida que aconteceu no GP do Japão, no dia 5 de outubro, em Suzuka. O relatório, divulgado nesta quarta-feira (3), disse que o piloto falhou ao não reduzir o suficiente a velocidade ao contornar a curva 7 e minimizou a presença da presença de um trator na área de escape sem que o carro de segurança fosse acionado.

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COREIA DE VOLTA

A FIA apresentou nesta quarta-feira (3) o calendário da temporada 2015 da F1. Com 21 etapas, a grande novidade do programa é – o ainda não confirmado – retorno da Coreia do Sul.
 
O calendário foi divulgado no conselho mundial da entidade em Doha, no Catar. Mais uma vez, a temporada começa na Austrália, com a primeira etapa do campeonato marcada para 15 de março.

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