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F1

Sette Câmara diz que saída da McLaren “não tem nada a ver” com Petrobras

Poucos meses após a rescisão do acordo entre Petrobras e McLaren, Sérgio Sette Câmara também abdicou do posto de piloto de testes e de desenvolvimento. Só que o brasileiro afirma que não há relação entre os dois eventos, tendo deixado Woking por vontade própria para reatar relação com a Red Bull

Grande Prêmio / VITOR FAZIO, de Berlim
Sérgio Sette Câmara passou pouco mais de um ano ligado à McLaren, onde atuou como piloto de testes e de desenvolvimento. Foi um período de aprendizado para o brasileiro, mas que não durou muito: no começo de 2020, Sérgio anunciou sua saída da equipe, logo mais sendo confirmado como reserva da Red Bull. Diversos fatores levaram à mudança, mas o piloto afirma: o divórcio atrapalhado da escuderia britânica com a Petrobras não foi um deles.
 
Entrevistado com exclusividade pelo GRANDE PRÊMIO, Sette Câmara destaca que a saída da McLaren foi fruto de uma decisão pessoal. O mineiro afirma que até chegou perto de seguir trabalhando em Woking por mais um ano, isso antes da negociação com a Red Bull ganhar força.
 
"Não teve nada a ver”, disse Sette Câmara ao GP, questionado sobre uma possível conexão entre sua saída e a da Petrobras. “O vínculo da Petrobras com a McLaren não tinha absolutamente nada a ver comigo. Quando eu cheguei na McLaren a Petrobras já estava lá e quando ela saiu eu continuei. Inclusive, ia continuar lá [na McLaren]. Cheguei a fazer uma sessão lá de simulador e ia continuar o ano inteiro naquela minha posição", seguiu.
Sérgio Sette Câmara assegura que a saída da Petrobras da McLaren não influenciou sua própria (Foto: McLaren)
Apesar das afirmações do brasileiro, ao menos a chegada à McLaren teve influência da Petrobras. Na época da negociação de Sérgio com a escuderia, em outubro de 2018, o GP pôde confirmar o apoio da petrolífera.
 
Só que a boa relação da própria Petrobras com a McLaren não iria muito longe. Jair Bolsonaro, então recém eleito presidente, não tardou em apoiar uma rescisão de contrato. Aos olhos do mandatário brasileiro, os valores eram altos demais. Meses depois, em novembro, veio o anúncio formal do encerramento do acordo quatro anos antes do previsto.
 

 
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