F1

Sirotkin descreve última corrida na F1 como “dolorosa e sofrida” e lamenta: “Só queria aproveitá-la”

Sergey Sirotkin deu adeus à F1 no último domingo (25), com a última posição entre os que terminaram o GP de Abu Dhabi. E ele sofreu durante a prova inteira, revelou o russo, que assumiu que não conseguiu aproveitar sua despedida
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Sergey Sirotkin (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

Com a confirmação na última semana de que Robert Kubica será piloto titular da Williams em 2019, ao lado de George Russell, Sergey Sirotkin se despediu da F1 no último domingo (25), com a última colocação entre os pilotos que viram a bandeirada em Abu Dhabi

Só que o adeus do russo à categoria não foi dos mais felizes - e não só pela posição em que encerrou a prova. Depois da corrida, Sirotkin publicou desabafo nas redes sociais em que descreveu o GP como "doloroso e sofrido".
Sergey Sirotkin (Foto: Williams)
"Eu queria lutar, eu queria terminar a temporada em alta, mas infelizmente tive que lutar não só contra os outros carros, mas também com os problemas do meu desde a largada", escreveu.

"Eu tive problemas com o carro hiperaquecendo, então por um terço da corrida eu tive que trabalhar muito em esfriá-lo. Foi uma corrida dolorosa, um stint doloroso. Eu tentei meu melhor para fazer isso dar certo o mais rápido possível, mas quando os outros carros pararam e voltaram atrás de mim, tentar lutar com eles, proteger a posição e esfriar o carro ao mesmo tempo foi uma bagunça", seguiu.
Sergey Sirotkin (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Ele ainda desabafou sobre a chance perdida de terminar bem o ano e, ao final, deixou uma mensagem de esperança sobre seu futuro.

"Não pude aproveitar. Foi uma corrida muito, muito sofrida. Eu realmente só queria aproveitá-la e foi muito doloroso terminar a temporada assim."

"Eu agradeço a todos que me apoiaram e realmente acredito que este não é o fim", completou, mostrando vontade de um retorno à F1 no futuro.

Sirotkin, 23 anos, estreou nesta temporada na F1 com colaboração de aptrocinadores russos, que lhe tornaram piloto pagante na Williams. Ele terminou o ano com apenas um ponto conquistado, com o 10° lugar na Itália.