F1
30/03/2017 09:45

Também convidada para reunião da FIA, Ilmor trabalha ao lado da McLaren para tentar 'salvar' motor da Honda

Não apenas a Audi será uma 'forasteira' convidada para a reunião da FIA que irá discutir geração de motores que tomará a F1 de assalto a partir de 2021. Mario Illien será o representante da fábrica privada Ilmor, que, segundo a revista alemã 'Auto Motor und Sport', está trabalhando junto de McLaren e Honda no intuito de transformar o motor japonês numa unidade competitiva
Warm Up / Redação GP, do Rio de Janeiro
 Fernando Alonso (Foto: McLaren)
 

Os convites distribuídos pela FIA para a reunião da próxima sexta-feira, 31 de março, que vai tratar em Paris sobre a próxima geração de motores utilizados na F1 - com data para 2021 - seguem dando o que falar. Além da Audi, também irá Mario Illien, representando a fabricante privada de motores Ilmor - nova ajuda da Honda. 
 
De acordo com a informação da revista alemã 'Auto Motor und Sport', Illien está trabalhando junto à McLaren Honda num esforço para transformar o motor japonês em uma unidade competitiva. Nem bem o campeonato começou e a irritação da McLaren com a parceira de Sakura já atingiu níveis enormes
 
A pré-temporada e o GP da Austrália evidenciaram a dificuldade que a McLaren terá para competir com um motor Honda que tem potência de menos e gasto de combustível de mais. Se Fernando Alonso foi obrigado a abandonar a abertura da temporada enquanto tirava da cartola um hercúleo décimo lugar, Stoffel Vandoorne foi o 13º, último entre os que completaram a corrida - atrás até de Antonio Giovinazzi, estreante da Sauber.
A ajuda da Honda (Foto: McLaren)
A informação da ida da Audi foi divulgada na última quarta-feira, assim como a informação de que Stefano Domenicali, diretor-executivo da Lamborghini, e não o diretor-esportivo da Audi, Dieter Gass, será o representante da marca alemã na reunião.

"Ainda que estejamos indo à reunião, entrar na F1 não está nos nossos planos neste momento", disse um porta-voz da Audi pouco depois da notícia explodir.
 
Além de Ilmor e Audi e das quatro fabricantes de motor da F1 - Mercedes, Ferrari, Honda e Renault -, ao menos mais uma fábrica é esperada no encontro - mas o nome permanece em sigilo.
 
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