Última colocada no Mundial de Construtores, Caterham confia em corrida mais equilibrada em Mônaco

Enquanto Marcus Ericsson se apega ao lado emocional para buscar um bom resultado em Mônaco, Kamui Kobayashi analisa as partes técnicas da pista, confiando em uma aproximação dos times

Lanterna do campeonato, a Caterham busca em Mônaco a recuperação na temporada 2014 da F1. Depois de sofrer com muitos problemas na Espanha, a equipe anglo-malaia busca ao menos um 12ª lugar, para superar a Marussia no Mundial de Construtores. 
 
O japonês Kamui Kobayashi destacou que Monte Carlo tem um dos circuitos mais curtos e lentos do calendário, o que pode favorecer  bastante a Caterham na briga com equipes maiores.
 
“Mônaco tem uma das pistas mais curtas da temporada. Como não tem pontos de alta velocidade, é onde as diferenças para os carros da frente são menores. Isto é obviamente bom para a gente, como um dos times mais fracos, temos agora a chance para fazer algo especial e finalmente comemorar, depois de tantos problemas”, disse.
Marcus Ericsson espera por um bom final de semana para homenagear o ídolo sueco (Foto: Getty Images)
Enquanto isso, Marcus Ericsson aproveitou para tratar do lado sentimental da prova. Em 2014, a vitória do sueco Ronnie Peterson em Mônaco completa 40 anos.
 
“Vai ser uma corrida muito especial para todos os suecos, este ano completam-se 40 desde a vitória de Ronnie Peterson em Mônaco, em 1974. É uma enorme honra ser mais um sueco a seguir os passos dele na F1, especialmente se tratando de alguém que saiu da mesma região da Suécia que eu saí. Ele é meu grande herói. Vai ser um final de semana muito legal para mim”, declarou.
 
A Caterham segue sem jamais ter pontuado. A escuderia verde ainda vê as rivais Sauber e Marussia, ainda que timidamente, evoluindo, enquanto os malaios parecem ficar estagnados. 
 

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