Um ano após declarar falência, Manor recebe reembolso de mais de R$ 1 milhão por taxa de inscrição para 2017

A Manor, que correu a F1 em 2016 e, anteriormente, esteve no grid como Virgin e Marussia, faliu antes do início da temporada 2017 da F1. Quase um ano depois, a FIA decidiu reembolsar a equipe com a taxa de inscrição para a temporada, para que o dinheiro seja utilizado no pagamento de dívidas

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A Manor decretou falência no início de 2017, dois meses após pagar à FIA a taxa de inscrição para a temporada 2017 da F1. Agora, quase um ano depois, a entidade máxima do automobilismo decidiu que reembolsará a companhia administradora da equipe.

A taxa paga pela equipe foi de 374 mil euros, o que hoje corresponde a R$ 1,7 milhão. "A FIA reembolsou a Manor com a taxa de inscrição paga pela equipe em novembro de 2016 para que fosse possível participar da F1 em 2017", dz comunicado da entidade divulgado nesta segunda-feira (20).

"A FIA decidiu pela devolução do dinheiro, menos os descontos relativos à custos administrativos pagos pela FIA como parte do processo de inscrição, como demonstração de boa fé para ajudar no pagamento de dívidas do grupo", completou a nota.

Esteban Ocon durante o GP de Abu Dhabi de 2016, o último da Manor na F1 (Foto: Manor)

A Manor, que chegou à F1 como Virgin, se tornou Marussia e utilizou o último nome na temporada 2016, desistiu de correr na atual temporada da F1 no dia 27 de janeiro deste ano. A FRP Advisory, administrado que havia ficado responsável pela equipe, não encontrou investidores que ajudassem na manutenção do carro no grid.

Em 2016, a Manor correu com Pascal Wehrlein como piloto titular durante toda a temporada. Ao seu lado, na primeira parte, esteve Rio Haryanto e, na segunda metade. Esteban Ocon, hoje consolidado na Force India.

Para conseguir pagar credores, em março deste ano a Manor leiloou peças, chassis e túneis de vento do carro da equipe.

A história da equipe foi melancólica e marcada não só por sempre corer no fundo do grid, mas principalmente por dois acidentes: o trágico sofrido por María de Villota durante testes aerodinâmicos em uma base aérea na Inglaterra e, no GP do Japão de 2014, o sofrido por Jules Bianchi em Suzuka – acidente que lhe tirou a vida nove meses depois. Bianchi, aliás, foi o único piloto a pontuar com uma Marussia, em Mônaco.

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