Verstappen quase completa distância de corrida, lamenta problema no motor, mas se diz otimista

Max Verstappen foi quem mais deu voltas na pista de Barcelona nesta quarta-feira (8), sexto dia de testes coletivos de pré-temporada da F1. O holandês, porém, parou na 64ª volta de uma simulação de corrida - e 102ª do dia - após o motor Renault falhar terminalmente e encerrar a atividade para a equipe rubro-taurino

 

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Ninguém deu mais voltas no traçado do Circuito da Catalunha nesta quarta-feira (8) que Max Verstappen. O piloto da Red Bull deu 102 voltas e terminou com o quarto tempo na tabela geral de tempos. Mas nem tudo são flores para Verstappen, porque sua 102ª volta terminou com o carro parando na reta dos boxes e causando bandeira vermelha. O holandês confirmou que foi problema no motor Renault, mas garantiu que não está preocupado.

 

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Verstappen estava numa longa simulação de corrida onde chamara atenção com três dezenas de voltas utilizando um jogo de pneus médios. Tinha 64 voltas completadas, apenas duas antes de chegar ao objetivo. Mas o carro não aguentou. Pelas mais de 100 voltas dadas durante o dia, chegou-se a pensar que se tratava de um problema de combustível, o que Max negou prontamente.

 
"Não fiquei sem combustível", garantiu. "Estávamos a duas voltas de uma distância de corrida, conseguimos muitas informações, mas infelizmente tivemos de parar o carro com um problema semelhante ao que nos fez parar na garagem hoje de manhã", disse.
 
Na sequência, Verstappen falou que a Red Bull e a Renault já conhecem o problema e que existe um plano para se livrar dele antes da abertura da temporada, no próximo dia 26, no traçado de rua que é sede do GP da Austrália.
Max Verstappen (Foto: Red Bull Content Pool)
"Creio que já temos planos traçados para mudar isso antes de Melbourne. Sempre fico otimista e tento não pensar muito sobre isso. É exatamente para esse tipo de coisa que servem os testes, para desafiar cada parte dos carros, ver o quão boas serão e onde dá para melhorar. Então, com certeza, aprendemos muito hoje – e isso é positivo para o futuro", seguiu.
 
O vencedor do GP da Espanha de 2016 ainda se negou a concordar com Daniel Ricciardo que a Red Bull está atrás de Mercedes e Ferrari na ordem de forças da F1. Para ele, ainda há uma série de informações que não se sabe sobre todas as equipes, o que impossibilita a precisar essa informação.
 
"É difícil dizer, porque a gente nunca sabe com quanto combustível os outros estão andando. Além disso, os carros são novos, então muito setup muda, de repente você encontra o correto e então trabalha nesta direção para ganhar mais desempenho. Ainda temos muito trabalho a fazer, não testamos todas as opções disponíveis em termos de ajuste do carro, mas até aqui tudo está indo bem. Tem um equilíbrio suave, é um carro previsível", encerrou.
 
Ricciardo assume a Red Bull na quinta-feira, antes de Verstappen voltar ao cockpit para a sexta-feira, último dia de testes coletivos da pré-temporada 2017 da F1.
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