Verstappen se preocupa com pouca evolução da Renault e vê Red Bull com chance pequena de voltar à briga em 2018

Após o abandono no GP do Canadá, Max Verstappen expressou preocupação com o futuro da Red Bull na F1, especialmente devido à diferença de desempenho do motor Renault na comparação com as rivais Mercedes e Ferrari. “Estou muito preocupado. Eles prometeram essa evolução, mas, no fim, poucas coisas foram feitas em termos de atualização neste ano”, disse

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Depois de abandonar o GP do Canadá ainda nas primeiras voltas, enquanto estava na segunda posição, Max Verstappen se mostrou irritado com a falha idiota que o tirou da prova. Mais tarde e mais calmo, o holandês expressou preocupação quanto o futuro da Red Bull e tem dúvidas se que a equipe terá condições de voltar à briga pelo título em 2018. Para o jovem piloto, o problema está na falta de atualizações do motor Renault

 
A montadora francesa iniciou 2017 com uma nova concepção de motor, mas a unidade de potência ainda perde muito para as rivais Ferrari e Mercedes. E ao falar do atual cenário da Red Bull, Verstappen não escondeu a decepção. "É muito, muito frustrante."
 
"Eu quero vencer. Acho que a equipe é capaz de fazer isso. Você pode ver que o carro vem melhorando muito, mas agora o motor precisa também evoluir", afirmou o jovem à TV Ziggo Sport Totaal. 
Max Verstappen (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

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Max, na verdade, guarda uma preocupação a longo prazo. "Mas, neste ano, nada vai acontecer, como vocês já devem ter lido. Então, estou muito preocupado. Eles prometeram essa evolução, mas, no fim, poucas coisas foram feitas em termos de atualização neste ano. É muito, muito frustrante. Por isso, estou preocupado com o próximo ano", completou Max.

 
"Nesta temporada, nós queríamos brigar pelo título, como uma equipe, mas nós estamos muito longe disso", emendou.
 
Verstappen deixou a corrida em Montreal por uma suspeita de falha da bateria. "Essas coisas acontecem. Eu já vivi isso no kart. Com certeza, você não quer que nada disso aconteça, então eles precisam trabalhar nisso."
 
Questionado se o infortúnio também faz parte do jogo, o piloto respondeu: "Sim e não. Tudo tem de funcionar. Você tem de ser capaz de completar a corrida. Então, depende muito do carro que você tem nas mãos."
 
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