Vettel diz que incidente com Hamilton em Baku foi pior que acidente em Singapura: “Sinto que decepcionei a Ferrari”

Ciente de que sua missão em termos de título ficou muito mais difícil depois dos últimos revezes na temporada, Sebastian Vettel entende que o que mais doeu para a Ferrari nem foi o acidente na largada do GP de Singapura, mas o incidente que o envolveu junto com Lewis Hamilton no GP do Azerbaijão. Vettel foi considerado culpado por bater na traseira da Mercedes do rival e teve de pagar um stop and go de 10s na prova, terminando só em quarto lugar

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Sebastian Vettel busca juntar os cacos depois da sequência negativa que praticamente o alijou da luta pelo título mundial de F1 em 2017. A série começou com o acidente sofrido na largada do GP de Singapura, onde tinha enormes chances de vencer e se manter na briga pelo penta. Mas após fechar a porta para Max Verstappen, o alemão foi acertado na esteira de um incidente entre o holandês e Kimi Räikkönen. Na visão de Vettel, porém, o que mais doeu para a Ferrari nem foi o ocorrido na cidade-estado, mas o toque no carro de Lewis Hamilton no GP do Azerbaijão, na polêmica ‘briga de trânsito’. Pelo incidente, Seb pagou um stop and go de 10s e ficou fora da briga pela vitória, terminando em quarto.

 
Em entrevista à versão italiana do site ‘Motorsport.com’, Vettel reconheceu que o resultado daquela prova em Baku não foi muito bem digerido pela Ferrari quando o é colocado na balança em comparação com o acidente sofrido em Singapura há quase um mês.
 
“Acho que Baku foi pior. Sinto que decepcionei a equipe porque algo que fiz obviamente custou uma possível vitória, de modo que acho que em Singapura, para ser sincero, da forma que vejo, é coisa de corrida e acontece”, salientou.
Incidente com Hamilton em Baku não foi bem digerido pela Ferrari, diz Vettel (Foto: Reprodução)
“Obviamente, é uma enorme infelicidade, mas não sei quantos acidentes já tivemos na largada antes e quantos vão acontecer no futuro. Se acontece de você estar ali no meio, é sempre ruim. Não há melhor forma para descrever. Aconteceu num bom momento? Não. Há algum bom momento para isso acontecer? Provavelmente não. Então, não importa. Já foi”, disse Vettel, resignado.
 
“Não podemos controlar isso. Precisamos nos concentrar naquilo que temos nas mãos e tentar focar nas coisas que nós podemos controlar”, continuou.
 
No entanto, Vettel destacou pontos positivos na campanha atual, em que a Ferrari novamente voltou a disputar o título, embora tenha reconhecido que há muito mais a fazer para finalmente voltar ao topo da F1.
 
“2016 foi um ano difícil, mas muito importante porque mudamos muitas coisas internamente para melhorar. Obviamente, este ano nos deu uma chance, com o novo regulamento, de chegar com um carro novo e aproveitar nossas opções, mas dá pra ver que não estamos completamente felizes porque queremos vencer”, comentou.
 

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Contudo, ainda mais depois dos últimos azares, Vettel destacou que é hora de manter a equipe unida, descartando qualquer tipo de ‘caça às bruxas’ após os erros, sobretudo de confiabilidade do carro em Sepang e também em Suzuka.

 
“Além disso, ainda acredito que há muito o que fazer. Não quero dizer que ainda há muitas mudanças necessárias em termos de mudanças de pessoal porque é o que normalmente as pessoas acreditam: quando você fala de mudanças, ‘ah, então precisa mudar as pessoas’. E não é isso. Às vezes, você precisa fazer pequenos ajustes com o mesmo pessoal e funciona muito melhor, de modo que acho que o potencial está lá, na Ferrari, as pessoas estão lá, o talento está lá, trata-se de nós, de todos nós, tentarmos trabalhar juntos e fazer com que isso dê certo”, finalizou o tetracampeão mundial de F1.
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