Vettel diz que queria estratégia diferente, mas com pit-stop da Ferrari “daria em nada”

Vettel foi aos boxes antes do que ele queria e para colocar pneus duros em vez dos macios, como preferia. Mas, por causa do horrível pit-stop da Ferrari, não faria diferença

Mais uma corrida que passa sem que Sebastian Vettel tenha algum resquício de sossego na temporada 2020 do Mundial de Fórmula 1. No GP da Emília-Romanha deste domingo (1), o tetracampeão fazia corrida de destaque com um dos mais longos stints do dia de pneus macios e todas as condições de marcar pontos. Até que um pit-stop da Ferrari mudou os planos. Terminou em 12º.

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Vettel ocupava a quarta colocação da prova de maneira momentânea por permanecer mais de meia corrida na pista com os pneus médios, esperando o momento certo de parar, e ainda tinha bom ritmo. Quando parou, colocou pneus duros. Mas isso importou menos que os 13s em que ficou parado no pit-lane. Três dos quatro pneus causaram dificuldade para a equipe fazer a troca. Fim das chances de pontuar.

Segundo o alemão, ele gostaria de ter ficado mais tempo no traçado e colocado os pneus macios, mas nada disso teria feito grande diferença com o que acontece.

A sofreguidão de Vettel (Foto: Ferrari)

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“Eu queria os pneus macios. A equipe me disse que estávamos perdendo tempo em relação a Lando. Eu preferia perder uma posição, ficar na pista por mais tempo e atacar com pneus macios, mas não estou vendo as informações de telemetria e as diferenças, tenho que confiar na equipe. Com o pit-stop que fizemos, não teria dado em nada de qualquer jeito”, comentou.

“Na corrida, normalmente o carro não é ruim. Tenho dificuldade em encontrar aderência para uma volta [de classificação]. Na corrida, há muitos outros fatores. Eu estava sempre atrás nas últimas corridas, mas hoje tive sorte por ficar de frente para o vento e pude usar isso”, finalizou.

A Fórmula 1 volta em duas semanas, no GP da Turquia, em que Lewis Hamilton já pode se consagrar heptacampeão mundial de Pilotos. Para faturar o título, basta ser segundo colocado e que Valtteri Bottas até vença a corrida, mas não faça a volta mais rápida. Na conta redonda, o finlandês precisa marcar oito pontos a mais que o inglês para levar o Mundial ainda aberto para o Bahrein.

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