F1

Vettel sente revés e diz que abandono no Japão dói. E afirma que agora precisa proteger Ferrari das críticas

Sebastian Vettel não completou o GP do Japão e ainda viu Lewis Hamilton vencer. O revés foi duro, e o alemão admitiu que o abandono doeu. Só Vettel foi mais longe e afirmou que agora é hora de proteger a Ferrari das críticas, por conta das seguidas falhas de confiabilidade
Warm Up / Redação GP, de Curitiba
 Mecânicos da Ferrari mexem no carro de Sebastian Vettel no grid do GP do Japão (Foto: Reprodução)

Sebastian Vettel abandonou o GP do Japão, disputado neste domingo (8), ainda nas primeiras voltas depois de uma falha do motor. O duro revés o coloca em uma situação muito delicada na briga com Lewis Hamilton pelo campeonato, já que o inglês vencei em Suzuka e abriu 59 pontos na liderança do Mundial. Por isso, o alemão já prevê muitas críticas com a relação à confiabilidade da Ferrari e disse que sente que agora é essencial 'proteger' a escuderia dos comentários negativos. 
 
O tetracampeão deixou de completar a etapa nipônica por um dano na vela de ignição. E o problema ocorre apenas uma semana depois que o time de Maranello sofreu com contratempos na unidade de potência tanto no carro de Vettel quanto no de Kimi Räikkönen. Em Sepang, Sebastian precisou largar da última colocação após uma troca de motor. Já o finlandês sequer largou em decorrência de uma falha no motor.
 
 
"As críticas são normais agora, especialmente se as coisas dão errado, então é parte do trabalho da imprensa", afirmou Vettel à emissora Sky Sports F1. "Então, acho que preciso protegê-los. Nós fizemos um trabalho incrível até o momento. Obviamente, foi uma pena o que houve nessas duas últimas corridas. Agora temos de ver o que acontece", completou.

Seb, então, acusou o golpe. "É claro que dói e que estamos desapontados. Mas agora precisamos voltar para casa, descansar e depois ir para as quatro corridas que faltam com tudo", assegurou.
Sebastian Vettel abandonou o GP do Japão (Foto: AFP)

Apesar da grande diferença que o separa do líder Hamilton e do fato de ter vencido apenas uma das últimas dez corridas na temporada, o ferrarista se recusou a jogar a toalha. "Ainda temos uma chance, mas, sim, certamente, não temos mais tanto controle quanto gostaríamos. No geral, a equipe está bem e estamos melhorando corrida a corrida."
 
"Nós fomos muito mais longe do que as pessoas pensavam. Então, também há alguns aspectos positivos, embora agora ninguém os veja", concluiu.
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