Villeneuve alerta filho de ex-rival Schumacher sobre pressão por sobrenome vencedor: “Terá de ser muito forte”

Campeão mundial de F1 no ano em que travou grande rivalidade com Michael Schumacher, em 1997, Jacques Villeneuve aconselhou o filho do lendário piloto alemão, Mick Schumacher, que começa a se destacar no automobilismo e vai disputar a temporada 2017 da F3 Europeia. O canadense só alertou o jovem piloto sobre a pressão proporcionada pelo peso do sobrenome vencedor que Mick leva

 

Há 20 anos, Jacques Villeneuve começava os trabalhos visando uma temporada que, ao seu final, o coroaria como campeão do mundo. Naquela campanha de 1997, o canadense, à época piloto da Williams, teve como seu grande rival ninguém menos que Michael Schumacher, a quem o superou depois de uma polêmica corrida em Jerez de la Frontera, a última daquele ano. Duas décadas depois, Villeneuve falou sobre o filho do seu grande rival na F1, alertando Mick Schumacher sobre o enorme peso do sobrenome que carrega.

 
Depois de ser vice-campeão nas divisões Italiana e Alemã da F4 no ano passado, Mick Schumacher vai disputar a temporada 2017 da forte F3 Europeia como piloto da italiana Prema. Entretanto, o jovem herdeiro do heptacampeão do mundo, que luta pela vida desde o acidente sofrido em 29 de outubro de 2013, já é ligado a pelo menos duas equipes na F1: Ferrari e Mercedes, as duas últimas por onde o lendário pai correu no Mundial. Até Bernie Ecclestone, o patrão da F1, já disse que gostaria de voltar a ter o sobrenome Schumacher no grid da F1.

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Jacques Villeneuve alertou Mick Schumacher sobre a pressão que poderá receber se estiver na F1 em razão do sobrenome (Foto: Reprodução/Twitter)
Villeneuve entende que seria mesmo incrível para a F1 contar com a presença de Mick Schumacher. No entanto, o campeão mundial de 1997 alertou sobre os riscos que a enorme pressão em relação a um sobrenome famoso traz. 
 
O próprio Villeneuve conviveu com situação parecida, sobretudo no começo da carreira, ao ser comparado com o pai, o icônico Gilles Villeneuve. Damon Hill também fez sucesso na F1 depois de ter de conviver com a inevitável pressão por ser filho de Graham Hill, bicampeão do mundo. Mas Nelsinho Piquet, filho do tricampeão do mundo Nelson Piquet, acabou não tendo o mesmo sucesso na F1 — faturou um pódio, no GP da Alemanha de 2008, mas protagonizou o escândalo no GP de Singapura do mesmo ano —, assim como Bruno Senna, sobrinho de Ayrton Senna.
 
Ao falar sobre a possibilidade de Mick correr na F1, Villeneuve fez uma alerta para a inevitável pressão. “Seria uma loucura. Ele tem uma idade muito diferente de quando comecei a correr. Há muitos holofotes postos sobre ele, toda a imprensa está em cima, mais além do que sua própria pilotagem”, comentou o piloto em entrevista à emissora britânica Sky Sports.
 
“Acho que seria muito duro para ele, sobretudo porque seu pai foi campeão do mundo muitas vezes. Ele teria de suportar muita pressão, mas se ele é forte mentalmente, muitas portas vão se abrir”, declarou o canadense, hoje comentarista da emissora italiana Sky no Mundial de F1.
 
“Se ele tiver paixão, então deve lutar por isso, mas é preciso entender que ele deverá enfrentar obstáculos. Haverá muitas portas abertas, mas uma vez que elas estejam abertas, elas podem se fechar com muito mais facilidade para ele do que para outros pilotos. Os meios de comunicação e fãs vão pressioná-lo como se já fosse um piloto experiente, quando na verdade ele ainda não o é. Essa é a grande diferença”, completou Jacques Villeneuve.
 
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