Villeneuve destaca proximidade na disputa na F-E, mas diz que F1 precisa ser diferente: “São dois mundos separados”

Falando ao GRANDE PRÊMIO, Jacques Villeneuve disse algumas coisas sobre o início da sua experiência na F-E. Ele elogiou a disputa acirrada entre quase todo mundo no grid da F-E, mas avaliou que a F1 precisa funcionar de outra forma

Jacques Villeneuve é uma atração à parte na F-E. Campeão da F1, da Indy, vencedor das 500 Milhas de Indianápolis, Jacques voltou a competir como piloto titular de uma categoria aos 44 anos de idade. Indo para a terceira prova neste final de semana, em Punta del Este, o canadense falou ao GRANDE PRÊMIO sobre o que já percebeu neste curto tempo na nova categoria da FIA.
 
Após os ePs de Pequim e Putrajaya, Villeneuve ainda não pontuou, mas foi claramente melhor na Malásia que na China – onde foi abalroado por António Félix da Costa. O companheiro, Stéphane Sarrazin, pontuou em ambas. Mas o francês já está em sua segunda temporada e acostumado com a F-E. Villeneuve tem um carro melhor da Venturi que teria na temporada inicial.
Jacques Villeneuve (Foto: F-E)
Jacques contemporizou o que viveu na F-E até agora. Disse que ainda andou pouco e avaliou que a F1 não deve ter tantos carros tão próximos e com chances de vitória quanto sua atual categoria.
 
"É bem divertido, mas só foram duas corridas. Ainda temos alguns problemas, mas é ótimo estar de volta a uma categoria de forma regular", disse.
 
"A competição é muito próxima, isso é verdade. Mas a F1 não é, ela nunca foi. Ela não deve ser, na verdade. São dois mundos separados", seguiu.
 
Na pista veloz de Punta, Villeneuve terá uma boa chance de ir ao pódio. Talvez a praia inspire o campeão mundial.

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