Whitmarsh afirma que F1 com Kers e asa traseira móvel deve agradar público norte-americano

O chefe de equipe da McLaren, Martin Whitmarsh, disse que a F1 reuniu os ingredientes necessários para fazer sucesso nos Estados Unidos, onde os esportes têm um forte apelo de entretenimento

Chefe de equipe da McLaren, Martin Whitmarsh vem se tornando um dos principais entusiastas do GP dos Estados Unidos. Depois de afirmar que a corrida americana é a “oportunidade de ouro” para a F1 se estabelecer na América do Norte, o dirigente disse que pela primeira vez a categoria reuniu os ingredientes necessários para fazer sucesso nos EUA.

“O esporte na América do Norte é significativamente focado no entretenimento. E a F1, ao longo dos anos, provavelmente não colocou muita ênfase nisso. Agora, se você olhar os últimos campeonatos, há uma falta de previsibilidade”, declarou.

Martin Whitmarsh curitu o GP dos EUA (Foto: McLaren)

Whitmarsh disse acreditar que elementos como a asa traseira móvel, o Kers e as estratégias provocadas pela degradação dos pneus Pirelli devem agradar os fãs norte-americanos pelas vastas estratégias que provocam. “Coisas como a asa traseira móvel, que os puristas nunca iriam aceitar antigamente, foi uma concessão apropriada a se fazer pelo espetáculo”, avaliou.

No entanto, apesar da animação pela emoção das últimas corridas, o chefe da McLaren reconheceu que a F1 não pode perder as próprias características. Para isso, Whitmarsh se lembrou do WWE, competição de luta livre americana, que além da pirotecnia dos golpes ainda permite movimentos pouco convencionais como dar uma cadeirada no oponente.

“A F1 está muito mais imprevisível e, como consequência, muito mais animada que alguns anos atrás. Mas nós não vamos tão longe quanto a luta livre”, encerrou.

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube