Wolff admite que superioridade da Mercedes diminui retorno de mídia: “Temos que ver o que dá para fazer”

Toto Wolff comentou que, mesmo com a batalha envolvendo Lewis Hamilton e Nico Rosberg no GP do Bahrein, o retorno de mídia gerado pelo time foi menor do que em outras corridas

Por mais paradoxal que isso possa parecer, andar tão à frente da concorrência não é exatamente a melhor ferramenta de marketing da Mercedes na F1. Isso porque a vantagem faz com que os carros da equipe apareçam menos na transmissão da TV.

Diretor-executivo da Mercedes, Toto Wolff citou como exemplo o GP do Bahrein, em que Lewis Hamilton e Nico Rosberg dominaram e protagonizaram um duelo espetacular pela vitória até a última volta: segundo o austríaco, apesar da batalha ferrenha entre os dois pilotos, essa não foi a prova em que a marca conseguiu o maior retorno de mídia.

“Engraçado que, no Bahrein, a cobertura de TV e o retorno de mídia que geramos foi menor que em outras corridas. A questão é: o que devemos fazer quanto a isso? Diminuir a diferença? Não funciona. Temos que fazer uma média do retorno de mídia que geramos e ver o que dá para fazer”, disse o dirigente.

Essa questão é uma via de mão dupla: ao mesmo tempo que a Mercedes fica menos tempo na TV, pode também usar os resultados para fazer propaganda da qualidade de seus carros e tentar impulsionar as vendas de modelos de rua.

Mercedes está dominando as corridas na temporada 2014 com vitórias em cinco das cinco corridas disputadas (Foto: Getty Images)

GRANDE PRÊMIO cobre 'in loco' o GP da Mônaco, sexta etapa do Mundial de F1, com o repórter Renan do Couto. Para acompanhar todo o noticiário, clique aqui.

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