Tsunoda vê “50% de chance” de seguir na AlphaTauri em 2022: “Preciso de consistência”

Em meio à 'silly season', Yuki Tsunoda foi sincero e disse que, por conta dos muitos altos e baixos desta temporada, há apenas 50% de chance de permanecer na AlphaTauri em 2022

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Único japonês do grid, Yuki Tsunoda faz uma inconsistente primeira temporada na Fórmula 1. Pontuando em cinco das 12 etapas até aqui, o piloto marcou o campeonato com batidas, abandonos e declarações infelizes, além de ser apagado por Pierre Gasly, seu companheiro de equipe, que faz um ano de destaque pela AlphaTauri — na disputa interna, por exemplo, é de 9×3 para o francês. Em meio à ‘silly season’ e sem ainda um contrato firmado para 2022 , Tsunoda se vê com 50% de chances de continuar na F1.

“Acho que a chance é de 50-50 [de continuar]”, respondeu ele. “Foi uma temporada de altos e baixos. Preciso ter mais consistência”.

O jovem de 21 anos explica que a Fórmula 1, para ele, tem sido muito mais difícil do que o esperado. Ele até tentou uma mudança para Itália, para ficar mais próximo da fábrica da equipe em Faenza, na Itália, e tentar evoluir aos fins de semana.

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Yuki Tsunodaainda não firmou acordo com a AlphaTauri para 2022 (Foto: Red Bull Pool Content/Getty Images)

“Minhas expectativas eram muito altas [para a F1] e achei que seria um pouco mais fácil. Assim que quebro o ritmo ou não vou bem, por exemplo em Ímola, eu começo a ficar confuso [com a situação], e por isso me atrapalho”, acrescentou.

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A notícia boa para o dono do carro #22 é que nem mesmo Gasly renovou, embora todos os caminhos apontem para isso. A preocupação de Tsunoda, no entanto, pode existir pela vontade da Red Bull em trazer Alexander Albon de volta para a F1. Mas o anglo-tailandês, até este momento, é apontado para suprir a vaga de George Russell na Williams, que tem transferência quase certa para a Mercedes.

Por isso, o japonês ainda pode tentar melhorar seu rendimento. Afinal, a AlphaTauri se encontra na sexta posição do campeonato, a apenas oito pontos da Alpine, que luta pela quinta colocação no Mundial de Construtores. É a chance de Tsunoda, 13º colocado no de Pilotos, ajudar Gasly, nono, na briga contra a escuderia francesa.

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