Com cabeça longe três dias após morte do pai, Leclerc brilha em Baku: “Quero deixá-lo orgulhoso e preciso agradecer”

Charles Leclerc perdeu o pai há apenas três dias. Herve, de 54 anos, morreu após meses de pioras em seu estado de saúde. No Azerbaijão para a etapa da F2, Charles está com a cabeça dividida, mas mesmo assim conseguiu emplacar a quarta pole-position seguida

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Três dias atrás, Charles Leclerc viveu um dos piores momentos que é possível ter na vida: Herve Leclerc, pai de Charles, morreu aos 54 anos. A causa da morte não foi especificada, apenas foi divulgado que o estado de saúde vinha se deteriorando nos últimos meses. Neste sábado (23), porém, Charles foi à pista. E anotou a pole-position para a etapa da F2 no Azerbaijão.

 
Aos 19 anos, Leclerc é visto que uma das grandes esperanças do automobilismo para os próximos anos. Lidera a F2 e marcou a todas as poles do ano até agora – em Baku, por largos 0s568. Mas a cabeça de Leclerc, claro, está em outro lugar. É o momento mais emotivo de sua vida.
 
"Em termos de vantagem, é um diferença de quase 0s6. Eu não diria que a sensação é boa por causa do que aconteceu, mas é emocionante e eu estou feliz por ele lá em cima. Tenho certeza de que está sorrindo", disse em entrevista à revista inglesa 'Autosport'. "Vim para o fim de semana e nem sabia o que esperar, porque claro que minha cabeça não estava muito focada em Baku", seguiu.
 
Leclerc tem certeza que o pai esteve com ele de algum lugar, por isso quer agradecer por tudo que Herve fez para a carreira dele.
Charles Leclerc dedica a pole em Baku ao pai nesta sexta-feira (Foto: FIA F2)
"Estou feliz em ter feito a pole. Têm sido dias de emoção até agora, e espero que amanhã eu faça um bom resultado para ele e deixe-o orgulhoso. E quero agradecê-lo por tudo que ele fez por mim", falou um emotivo Charles. "Se eu estou na F2 é por causa dele. Ele me colocou no kart e, até daqui três dias, ele estava lá para me dar as pequenas dicas, especialmente para Mônaco. Preciso agradecer mais que nunca", afirmou.
 
"Acredito que ele me ajudou hoje. Ontem à noite foi bastante difícil para dormir. Eu pensei nele e ao mesmo tempo me senti culpado por não trabalhar na classificação de hoje. Foi difícil controlar. Mas, na classificação, tudo deu certo. Ele estava lá no alto me ajudando a concentrar", falou. 
 
Herve Leclerc foi piloto de kart nos anos 1990 e o grande incentivador da carreira do filho.

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